Câmara do Porto desvaloriza cultura
A intenção da Câmara Municipal do Porto de privatizar o teatro Rivoli revela uma desvalorização de importantes recursos e espaços de criação artística, considera a Comissão Regional do Porto da JCP, reunida recentemente. Os jovens comunistas lamentam que a cultura seja desprezada e defendem o acesso generalizado à livre criação e fruição culturais.
Numa avaliação da situação política do País, a JCP verifica a continuação da «ofensiva do Governo contra os jovens». «Iniciamos um novo ano lectivo sem ver resolvidos os principais problemas da educação em Portugal. Os estudantes do ensino básico e secundário continuam a lutar contra os exames nacionais e as aulas de substituição, por melhores condições materiais e humanas e pela efectiva implementação da educação sexual. No ensino superior, continua a ser pago o que é um direito, com propinas elevadas que implicam um enorme custo para os estudantes e as suas famílias, elitizando-o e negando a muitos jovens o seu acesso. Esta situação agrava-se com a tentativa de implementação do Processo de Bolonha», alerta a organização.
A Comissão Regional refere também a intensificação das lutas dos jovens trabalhadores na defesa da contratação colectiva e contra a precariedade laboral, o Código do Trabalho, os baixos salários e o desemprego.
Numa avaliação da situação política do País, a JCP verifica a continuação da «ofensiva do Governo contra os jovens». «Iniciamos um novo ano lectivo sem ver resolvidos os principais problemas da educação em Portugal. Os estudantes do ensino básico e secundário continuam a lutar contra os exames nacionais e as aulas de substituição, por melhores condições materiais e humanas e pela efectiva implementação da educação sexual. No ensino superior, continua a ser pago o que é um direito, com propinas elevadas que implicam um enorme custo para os estudantes e as suas famílias, elitizando-o e negando a muitos jovens o seu acesso. Esta situação agrava-se com a tentativa de implementação do Processo de Bolonha», alerta a organização.
A Comissão Regional refere também a intensificação das lutas dos jovens trabalhadores na defesa da contratação colectiva e contra a precariedade laboral, o Código do Trabalho, os baixos salários e o desemprego.