A luta é pelo futuro da empresa
Os deputados comunistas Francisco Lopes e Odete Santos desafiaram o Governo a envolver-se e assumir uma posição activa para a defesa do futuro da empresa Monticor e dos seus postos de trabalho.
Esta posição dos parlamentares do PCP surge na sequência de acontecimentos ocorridos nas últimas semanas que têm vindo a preocupar muita seriamente os cerca de 80 trabalhadores daquela empresa de manufactura de produtos de cortiça instalada no Montijo.
Em causa está a venda da empresa, notícia de que os trabalhadores tiveram conhecimento durante o período de férias, de que terá resultado uma forte descapitalização do seu património, já que o próprio imóvel em que está localizada foi vendido a uma empresa de construção civil, por um valor considerado muito baixo.
Situação esta que é encarada com fundadas preocupações, porquanto, como observam os deputados comunistas no requerimento sobre o assunto por si enviado ao Governo, esta profunda diminuição de património da empresa representa de modo inegável uma profunda fragilização face a eventuais problemas que possam ocorrer na sua actividade económica.
Tanto mais que, advertem, a carteira de encomendas encontra-se bastante reduzida, o que, do ponto de vista do PCP, mais justifica ainda «um acompanhamento próximo e atento das estruturas do Estado na área das actividades económicas».
Outro aspecto que não pode ser ignorado é, por outro lado, o de a Monticor se situar numa área de expansão urbana do concelho do Montijo, sujeita por isso a uma forte pressão urbanística, como não pode ser ignorada essa coincidência de o actual proprietário do imóvel ser uma empresa de construção civil.
Razões mais que suficientes, pois, para a diligência encetada por aqueles dois deputados do PCP eleitos pelo círculo de Setúbal no sentido de obterem do Governo explicações sobre o que este já fez ou pensa fazer para defender os postos de trabalho e contribuir para a defesa da actividade industrial da empresa. Em particular no que respeita ao «estabelecimento de contactos para a dinamização da sua carteira de encomendas».
Esta posição dos parlamentares do PCP surge na sequência de acontecimentos ocorridos nas últimas semanas que têm vindo a preocupar muita seriamente os cerca de 80 trabalhadores daquela empresa de manufactura de produtos de cortiça instalada no Montijo.
Em causa está a venda da empresa, notícia de que os trabalhadores tiveram conhecimento durante o período de férias, de que terá resultado uma forte descapitalização do seu património, já que o próprio imóvel em que está localizada foi vendido a uma empresa de construção civil, por um valor considerado muito baixo.
Situação esta que é encarada com fundadas preocupações, porquanto, como observam os deputados comunistas no requerimento sobre o assunto por si enviado ao Governo, esta profunda diminuição de património da empresa representa de modo inegável uma profunda fragilização face a eventuais problemas que possam ocorrer na sua actividade económica.
Tanto mais que, advertem, a carteira de encomendas encontra-se bastante reduzida, o que, do ponto de vista do PCP, mais justifica ainda «um acompanhamento próximo e atento das estruturas do Estado na área das actividades económicas».
Outro aspecto que não pode ser ignorado é, por outro lado, o de a Monticor se situar numa área de expansão urbana do concelho do Montijo, sujeita por isso a uma forte pressão urbanística, como não pode ser ignorada essa coincidência de o actual proprietário do imóvel ser uma empresa de construção civil.
Razões mais que suficientes, pois, para a diligência encetada por aqueles dois deputados do PCP eleitos pelo círculo de Setúbal no sentido de obterem do Governo explicações sobre o que este já fez ou pensa fazer para defender os postos de trabalho e contribuir para a defesa da actividade industrial da empresa. Em particular no que respeita ao «estabelecimento de contactos para a dinamização da sua carteira de encomendas».