Fortalecer e consolidar o Partido
Sob o lema «Organizar para intervir, intervir para organizar», realizou-se no sábado passado, dia 27, a VI Assembleia da Organização Concelhia de Sintra, iniciativa onde ficou patente a dinâmica de reforço do PCP.
Cerca de centena e meia de militantes comunistas, entre os quais mais de 120 delegados, participaram nos trabalhos da AOC de Sintra que decorreu durante todo o dia de sábado na Escola Secundária Ferreira Dias, no Cacém.
Dividida em dois painéis distintos, um para apreciação e votação do projecto de resolução política e outro para eleição dos membros da nova comissão concelhia do Partido, a assembleia foi o culminar do intenso debate preparatório em torno do documento que vai orientar a acção dos comunistas.
A necessidade de valorizar e dar a conhecer às populações a quantidade e a qualidade das propostas do PCP e dos seus eleitos nos diversos órgãos autárquicos; o reforço da intervenção junto dos habitantes mobilizando-os para os problemas concretos mais sentidos no concelho, nomeadamente em matéria de equipamentos de saúde e serviços públicos, transportes, acessibilidades e ordenamento do território, e carga fiscal municipal como o IMI ou a taxa dos resíduos sólidos; o aumento de activistas e afirmação do colectivo partidário; a consolidação e crescimento da recolha de quotas e da venda da imprensa do Partido, foram temas que motivaram a viva intervenção dos presentes.
Num concelho onde número de empresas tem vindo a crescer, a decisão do XVII Congresso do PCP de dar especial atenção à intervenção nos locais de trabalho também não foi esquecida, tendo ficado expresso no documento aprovado um conjunto de medidas e linhas de trabalho com vista à sua aplicação prática.
Na intervenção de encerramento da Assembleia, Manuel Gouveia, do Comité Central do PCP, destacou precisamente o reforço da acção dos comunistas onde os trabalhadores mais sentem a exploração, no local de trabalho, como prioridade de todo o Partido.
Para o dirigente, a agressividade neoliberal belicista no contexto internacional e a política de direita praticada pelos sucessivos governos no quadro nacional, representam duas faces de uma mesma moeda, a do ataque à liberdade e aos direitos dos povos e dos trabalhadores, por isso, continuou, exige-se uma postura dedicada, abnegada e firme por parte dos comunistas e dos seus aliados.
Assim, é «particularmente feliz que a AOC de Sintra tenha escolhido como lema “Organizar para intervir, intervir para organizar”», na medida em que só o fortalecimento do partido da classe operária e de todos os trabalhadores pode abrir caminho ao derrube do capitalismo e à construção de uma sociedade de homens livres, concluiu.
Dividida em dois painéis distintos, um para apreciação e votação do projecto de resolução política e outro para eleição dos membros da nova comissão concelhia do Partido, a assembleia foi o culminar do intenso debate preparatório em torno do documento que vai orientar a acção dos comunistas.
A necessidade de valorizar e dar a conhecer às populações a quantidade e a qualidade das propostas do PCP e dos seus eleitos nos diversos órgãos autárquicos; o reforço da intervenção junto dos habitantes mobilizando-os para os problemas concretos mais sentidos no concelho, nomeadamente em matéria de equipamentos de saúde e serviços públicos, transportes, acessibilidades e ordenamento do território, e carga fiscal municipal como o IMI ou a taxa dos resíduos sólidos; o aumento de activistas e afirmação do colectivo partidário; a consolidação e crescimento da recolha de quotas e da venda da imprensa do Partido, foram temas que motivaram a viva intervenção dos presentes.
Num concelho onde número de empresas tem vindo a crescer, a decisão do XVII Congresso do PCP de dar especial atenção à intervenção nos locais de trabalho também não foi esquecida, tendo ficado expresso no documento aprovado um conjunto de medidas e linhas de trabalho com vista à sua aplicação prática.
Na intervenção de encerramento da Assembleia, Manuel Gouveia, do Comité Central do PCP, destacou precisamente o reforço da acção dos comunistas onde os trabalhadores mais sentem a exploração, no local de trabalho, como prioridade de todo o Partido.
Para o dirigente, a agressividade neoliberal belicista no contexto internacional e a política de direita praticada pelos sucessivos governos no quadro nacional, representam duas faces de uma mesma moeda, a do ataque à liberdade e aos direitos dos povos e dos trabalhadores, por isso, continuou, exige-se uma postura dedicada, abnegada e firme por parte dos comunistas e dos seus aliados.
Assim, é «particularmente feliz que a AOC de Sintra tenha escolhido como lema “Organizar para intervir, intervir para organizar”», na medida em que só o fortalecimento do partido da classe operária e de todos os trabalhadores pode abrir caminho ao derrube do capitalismo e à construção de uma sociedade de homens livres, concluiu.