Sal com iodo ajuda crianças no Leste
A Unicef apelou na semana passada à distribuição de sal com iodo nos países mais afectados pelo desastre nuclear de Tchernobyl para evitar o cancro da tiróide, doença que afectou cerca de quatro mil crianças desde 1986.
«Para as quatro mil crianças em questão, o sal iodado podia ter feito toda a diferença e muitas delas poderiam ter sido poupadas ao cancro da tiróide», afirmou Maria Calivis, directora regional da organização, citada pela agência Lusa.
Como explica a Unicef, «uma gota de iodo custa apenas alguns cêntimos» e uma quantidade tão pequena como uma colher de chá, tomada apenas uma vez na vida, pode proteger do cancro da tiróide e de outras doenças associadas à carência de iodo. A iodização do sal é uma forma barata de disponibilizar o iodo, por apenas quatro cêntimos do dólar norte-americano por pessoa, por ano.
O impacto do desastre continua a afectar «cinco milhões de pessoas que continuam a viver em áreas contaminadas, 400 mil pessoas que foram obrigadas a deixar as suas casas e 100 mil pessoas que continuam dependentes de ajuda humanitária».
A Unicef estima que, devido à falta de iodo na alimentação, até 2,4 milhões de bebés nascem actualmente na Europa Central e de Leste e na Comunidade de Estados Independentes com deficiência mental.
Ucrânia, Bielorússia e Federação Russa foram os países mais afectados pela radiação que se libertou da central de Tchernobyl após uma explosão num dos reactores, a 26 de Abril de 1986.
«Para as quatro mil crianças em questão, o sal iodado podia ter feito toda a diferença e muitas delas poderiam ter sido poupadas ao cancro da tiróide», afirmou Maria Calivis, directora regional da organização, citada pela agência Lusa.
Como explica a Unicef, «uma gota de iodo custa apenas alguns cêntimos» e uma quantidade tão pequena como uma colher de chá, tomada apenas uma vez na vida, pode proteger do cancro da tiróide e de outras doenças associadas à carência de iodo. A iodização do sal é uma forma barata de disponibilizar o iodo, por apenas quatro cêntimos do dólar norte-americano por pessoa, por ano.
O impacto do desastre continua a afectar «cinco milhões de pessoas que continuam a viver em áreas contaminadas, 400 mil pessoas que foram obrigadas a deixar as suas casas e 100 mil pessoas que continuam dependentes de ajuda humanitária».
A Unicef estima que, devido à falta de iodo na alimentação, até 2,4 milhões de bebés nascem actualmente na Europa Central e de Leste e na Comunidade de Estados Independentes com deficiência mental.
Ucrânia, Bielorússia e Federação Russa foram os países mais afectados pela radiação que se libertou da central de Tchernobyl após uma explosão num dos reactores, a 26 de Abril de 1986.