Coimbra contra Processo de Bolonha
«É este o prato que queres comer?» Esta frase introduziu o protesto da Associação Académica de Coimbra contra a implementação do Processo de Bolonha em Portugal, que se realizou na quinta-feira. O almoço e o jantar nas cantinas da Universidade de Coimbra foi exclusivamente «esparguete à luso-bolonhesa» – excepto na unidade de grelhados –, acompanhado por uma toalha de papel que explica as razões do protesto: «Com Bolonha proceder-se-á a uma progressiva elitização do ensino superior, aumentando os custos para aqueles que por direito a ele querem aceder.»
«O Governo limita-se a executar as directivas da União Europeia, sem, no entanto, as questionar. Além disso, transfere para as universidades a responsabilidade de implementar o Processo de Bolonha, desresponsabilizando-se», lia-se nas 10 mil toalhas impressas.
«Achamos que não há rumo nenhum na aplicação do Processo de Bolonha», afirmou Fernando Gonçalves, presidente da direcção-geral da Associação Académica de Coimbra, à agência Lusa. O dirigente associativo criticou ainda a «forma obscura» como foram aprovados na Universidade de Coimbra os primeiros cursos adaptados ao novo modelo.
O protesto contou com o apoio dos Serviços de Acção Social Escolar da universidade (SASUC).
«O Governo limita-se a executar as directivas da União Europeia, sem, no entanto, as questionar. Além disso, transfere para as universidades a responsabilidade de implementar o Processo de Bolonha, desresponsabilizando-se», lia-se nas 10 mil toalhas impressas.
«Achamos que não há rumo nenhum na aplicação do Processo de Bolonha», afirmou Fernando Gonçalves, presidente da direcção-geral da Associação Académica de Coimbra, à agência Lusa. O dirigente associativo criticou ainda a «forma obscura» como foram aprovados na Universidade de Coimbra os primeiros cursos adaptados ao novo modelo.
O protesto contou com o apoio dos Serviços de Acção Social Escolar da universidade (SASUC).