Governo deve explicações
O Grupo Parlamentar do PCP requereu a presença com a máxima urgência do Ministro dos Negócios Estrangeiros na Assembleia da República para prestar esclarecimentos sobre mexidas no pessoal colocado em diversos países e sobre o acompanhamento prestado pelos nossos serviços diplomáticos aos trabalhadores portugueses emigrantes. Formalizado pela deputada Luísa Mesquita em carta ao presidente da comissão parlamentar dos Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas, este pedido da bancada comunista surge na sequência de preocupantes notícias que dão conta da deplorável situação a que estão a ser sujeitos trabalhadores portugueses em países como a Espanha, Reino Unido ou Holanda.
Denúncias várias têm sido feitas nesse sentido, apontando o dedo às degradantes condições de trabalho e à desenfreada exploração laboral de que estão a ser vítimas muitos emigrantes portugueses.
Ainda muito recentemente, veiculados por alguns órgãos de comunicação social, novos relatos vieram testemunhar a gravidade desta dramática situação, pela voz do Conselheiro das Comunidades Portuguesas, eleito pelo Círculo da Holanda, bem como por alguns compatriotas que viveram esta experiência de estar nas mãos de gente sem escrúpulos.
A esta situação, já de si muito grave, acresce o facto de ter sido exonerada, por decisão governamental (que atingiu 39 conselheiros e adidos), a Conselheira Social da Embaixada de Portugal em Haia, «o único apoio oficial dos trabalhadores portugueses temporários», como sublinha a deputada Luísa Mesquita.
Uma razão adicional, pois, para ouvir Freitas do Amaral em sede de comissão parlamentar, no entender do PCP, que quer saber ainda o que o governante pensa do facto do Consulado de Portugal em Roterdão não ter assistente social há já quatro anos.
Denúncias várias têm sido feitas nesse sentido, apontando o dedo às degradantes condições de trabalho e à desenfreada exploração laboral de que estão a ser vítimas muitos emigrantes portugueses.
Ainda muito recentemente, veiculados por alguns órgãos de comunicação social, novos relatos vieram testemunhar a gravidade desta dramática situação, pela voz do Conselheiro das Comunidades Portuguesas, eleito pelo Círculo da Holanda, bem como por alguns compatriotas que viveram esta experiência de estar nas mãos de gente sem escrúpulos.
A esta situação, já de si muito grave, acresce o facto de ter sido exonerada, por decisão governamental (que atingiu 39 conselheiros e adidos), a Conselheira Social da Embaixada de Portugal em Haia, «o único apoio oficial dos trabalhadores portugueses temporários», como sublinha a deputada Luísa Mesquita.
Uma razão adicional, pois, para ouvir Freitas do Amaral em sede de comissão parlamentar, no entender do PCP, que quer saber ainda o que o governante pensa do facto do Consulado de Portugal em Roterdão não ter assistente social há já quatro anos.