Morales promete mudanças
Um dia após a cerimónia tradicional que no sábado juntou dezenas de milhares de pessoas na cidade de Tiahuanaco, a 70 quilómetros da capital da Bolívia, Evo Morales foi oficialmente investido como o novo chefe de Estado em La Paz.
Pouco depois dos cumprimentos e da cerimónia protocolar, Morales anunciou o estabelecimento de parcerias em áreas estratégicas com países que já se disponibilizaram a cooperar com o novo governo, entre os quais a França, o Japão, Cuba e a Venezuela.
Em matéria de educação, desporto e saúde, Cuba assume um papel central na medida em que disponibilizou, de imediato, mais de duas dezenas de especialistas para trabalharem no combate ao analfabetismo na Bolívia, um dos problemas que o Movimento ao Socialismo (MAS), ao qual pertence o actual presidente, identificou como prioritário na acção do novo executivo.
Da parte da Venezuela, Hugo Chavez reiterou o apoio ao programa de Morales e confirmou a cooperação nas áreas da energia e do desenvolvimento agro-pecuário.
Governo com caras novas
Morales prometeu mudanças e escolheu para o seu governo algumas figuras conotadas com os movimentos dos povos indígenas e sindical, isto para além de integrar quatro mulheres num total de 16 ministros.
Mas mais do que caras novas, o presidente da Bolívia parece querer cumprir algumas das promessas feitas aos milhões de bolivianos. Na nova orgânica governamental, surgem os ministérios da água, das minas e metalurgia e dos hidrocarbonetos, sectores que têm sido foco de violentas lutas populares contra a demissão do Estado em favor de interesses privados, situação que Morales assegurou querer mudar.
Pouco depois dos cumprimentos e da cerimónia protocolar, Morales anunciou o estabelecimento de parcerias em áreas estratégicas com países que já se disponibilizaram a cooperar com o novo governo, entre os quais a França, o Japão, Cuba e a Venezuela.
Em matéria de educação, desporto e saúde, Cuba assume um papel central na medida em que disponibilizou, de imediato, mais de duas dezenas de especialistas para trabalharem no combate ao analfabetismo na Bolívia, um dos problemas que o Movimento ao Socialismo (MAS), ao qual pertence o actual presidente, identificou como prioritário na acção do novo executivo.
Da parte da Venezuela, Hugo Chavez reiterou o apoio ao programa de Morales e confirmou a cooperação nas áreas da energia e do desenvolvimento agro-pecuário.
Governo com caras novas
Morales prometeu mudanças e escolheu para o seu governo algumas figuras conotadas com os movimentos dos povos indígenas e sindical, isto para além de integrar quatro mulheres num total de 16 ministros.
Mas mais do que caras novas, o presidente da Bolívia parece querer cumprir algumas das promessas feitas aos milhões de bolivianos. Na nova orgânica governamental, surgem os ministérios da água, das minas e metalurgia e dos hidrocarbonetos, sectores que têm sido foco de violentas lutas populares contra a demissão do Estado em favor de interesses privados, situação que Morales assegurou querer mudar.