PAICV reforça maioria
O Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV) venceu as eleições legislativas de domingo passado reforçando a maioria parlamentar conquistada no sufrágio de 2001.
Com este resultado, cerca de 52 por cento e mais de 84 mil votos num total de 166 mil eleitores inscritos, o PAICV conquista mais um lugar na Assembleia Nacional, contando agora com 41 eleitos.
O segundo partido mais votado, o Movimento para a Democracia (MpD), perdeu um parlamentar ficando na próxima legislatura com 29 deputados, enquanto a União Cristã Independente e Democrática (UCID) consegue, pela primeira vez, eleger dois representantes.
Quando ainda faltam apurar 26 mesas eleitorais, entre as quais as que foram disponibilizadas junto dos cabo-verdianos na diáspora, a abstenção aproximou-se dos 44 por cento.
Objectivos definidos
Reagindo ao resultado, o primeiro-ministro e líder do PAICV, José Maria Neves, defendeu, segunda-feira, a transparência do acto eleitoral e reafirmou os objectivos centrais do programa do próximo governo.
Para o dirigente, o combate à corrupção, ao tráfico de estupefacientes e à criminalidade organizada são tarefas prioritárias para as quais existem já projectos de cooperação firmados com a UE.
Os sistemas educativo e de assistência social e o combate à pobreza também vão estar na primeira linha da agenda do novo executivo, disse o primeiro-ministro.
José Maria das Neves defendeu ainda o estabelecimento de um consenso alargado com a oposição para a alteração da constituição em matéria de legislação eleitoral, postura que considera construtiva e pretende ver alargada a outras problemáticas que afectam as condições de vida do povo e o desenvolvimento do país.
Em Fevereiro, os cabo-verdianos serão novamente chamados às urnas, desta feita para escolherem o Presidente da República.
PCP envia saudação
Em nota enviada ao Secretariado Nacional do PAICV, os comunistas portugueses saudaram calorosamente o «o sucesso alcançado nas eleições legislativas» pela «grande força de libertação e de luta pelo progresso de Cabo Verde».
No documento, o Secretariado do Comité Central do PCP formulou «os melhores votos à acção em prol de uma vida melhor para o povo cabo-verdiano».
Com este resultado, cerca de 52 por cento e mais de 84 mil votos num total de 166 mil eleitores inscritos, o PAICV conquista mais um lugar na Assembleia Nacional, contando agora com 41 eleitos.
O segundo partido mais votado, o Movimento para a Democracia (MpD), perdeu um parlamentar ficando na próxima legislatura com 29 deputados, enquanto a União Cristã Independente e Democrática (UCID) consegue, pela primeira vez, eleger dois representantes.
Quando ainda faltam apurar 26 mesas eleitorais, entre as quais as que foram disponibilizadas junto dos cabo-verdianos na diáspora, a abstenção aproximou-se dos 44 por cento.
Objectivos definidos
Reagindo ao resultado, o primeiro-ministro e líder do PAICV, José Maria Neves, defendeu, segunda-feira, a transparência do acto eleitoral e reafirmou os objectivos centrais do programa do próximo governo.
Para o dirigente, o combate à corrupção, ao tráfico de estupefacientes e à criminalidade organizada são tarefas prioritárias para as quais existem já projectos de cooperação firmados com a UE.
Os sistemas educativo e de assistência social e o combate à pobreza também vão estar na primeira linha da agenda do novo executivo, disse o primeiro-ministro.
José Maria das Neves defendeu ainda o estabelecimento de um consenso alargado com a oposição para a alteração da constituição em matéria de legislação eleitoral, postura que considera construtiva e pretende ver alargada a outras problemáticas que afectam as condições de vida do povo e o desenvolvimento do país.
Em Fevereiro, os cabo-verdianos serão novamente chamados às urnas, desta feita para escolherem o Presidente da República.
PCP envia saudação
Em nota enviada ao Secretariado Nacional do PAICV, os comunistas portugueses saudaram calorosamente o «o sucesso alcançado nas eleições legislativas» pela «grande força de libertação e de luta pelo progresso de Cabo Verde».
No documento, o Secretariado do Comité Central do PCP formulou «os melhores votos à acção em prol de uma vida melhor para o povo cabo-verdiano».