A força da razão
Quase que chegamos ao fim da primeira volta das eleições presidenciais. Uma batalha política que fomos travando num quadro muito exigente para todo o colectivo partidário. A candidatura, de Jerónimo de Sousa, decidida pelo PCP em Agosto deste ano e que desde então somou simpatias, apoios e, estamos certos, votos de muitos outros democratas, percorreu o país, contactou com os trabalhadores, as populações, denunciou problemas e os seus responsáveis, apresentou-se como continuadora do projecto libertador da revolução de Abril e o seu compromisso inabalável com a actual Constituição da República.
Uma candidatura franca, honesta, séria, portadora de esperança e confiança num futuro que necessariamente tem de ser melhor. Uma candidatura de combate face ao eminente perigo da direita se apossar deste órgão de soberania. Uma candidatura que independentemente dos resultados eleitorais, sabe-se que continuará ao lado dos explorados e oprimidos, ao lado dos trabalhadores, ao lado do povo português.
Foi por tudo isto, uma candidatura democrática e patriótica, uma candidatura de luta e de proposta, uma candidatura diferente de todas as outras, uma candidatura cujo o amplo apoio conquistado é, por si só, uma certeza de que a luta - dos trabalhadores, da juventude, das mulheres - continua!
Das milhares de acções de campanha realizadas em todo o país, das quais se destaca o grandioso comício do último Sábado realizado no Pavilhão Atlântico (a maior de todas as iniciativas realizadas por qualquer um dos candidatos nesta campanha eleitoral), tornou-se também evidente que esta não é, nem poderia ser, uma candidatura de um homem só, o notável empenhamento de milhares de apoiantes, nas acções que se realizaram sem a presença de Jerónimo de Sousa, é também ele um elemento distintivo desta campanha. Que força é essa que, apesar de décadas de apologia anti-comunista por parte não apenas da comunicação social, mas também de outros suportes da ofensiva ideológica, às quais há que juntar, uma criteriosa discriminação mediática da nossa candidatura durante as largas semanas de pré-campanha e campanha eleitoral (onde se incluem os alinhamentos distorcidos, fotos e planos distanciados da realidade, comentários tendenciosos, sondagens manipuladas), continua a acalentar e a construir a esperança de, face à forma como a campanha eleitoral decorreu, a candidatura de Jerónimo de Sousa, se encontra de pleno direito e em pé de igualdade, para ir tão longe quanto o povo quiser nestas mesmas eleições, incluindo a passagem à segunda volta. É a força da razão!
Uma candidatura franca, honesta, séria, portadora de esperança e confiança num futuro que necessariamente tem de ser melhor. Uma candidatura de combate face ao eminente perigo da direita se apossar deste órgão de soberania. Uma candidatura que independentemente dos resultados eleitorais, sabe-se que continuará ao lado dos explorados e oprimidos, ao lado dos trabalhadores, ao lado do povo português.
Foi por tudo isto, uma candidatura democrática e patriótica, uma candidatura de luta e de proposta, uma candidatura diferente de todas as outras, uma candidatura cujo o amplo apoio conquistado é, por si só, uma certeza de que a luta - dos trabalhadores, da juventude, das mulheres - continua!
Das milhares de acções de campanha realizadas em todo o país, das quais se destaca o grandioso comício do último Sábado realizado no Pavilhão Atlântico (a maior de todas as iniciativas realizadas por qualquer um dos candidatos nesta campanha eleitoral), tornou-se também evidente que esta não é, nem poderia ser, uma candidatura de um homem só, o notável empenhamento de milhares de apoiantes, nas acções que se realizaram sem a presença de Jerónimo de Sousa, é também ele um elemento distintivo desta campanha. Que força é essa que, apesar de décadas de apologia anti-comunista por parte não apenas da comunicação social, mas também de outros suportes da ofensiva ideológica, às quais há que juntar, uma criteriosa discriminação mediática da nossa candidatura durante as largas semanas de pré-campanha e campanha eleitoral (onde se incluem os alinhamentos distorcidos, fotos e planos distanciados da realidade, comentários tendenciosos, sondagens manipuladas), continua a acalentar e a construir a esperança de, face à forma como a campanha eleitoral decorreu, a candidatura de Jerónimo de Sousa, se encontra de pleno direito e em pé de igualdade, para ir tão longe quanto o povo quiser nestas mesmas eleições, incluindo a passagem à segunda volta. É a força da razão!