As «sondagens» não votam!
Nestes dias de campanha eleitoral das presidenciais, o facto mais significativo é seguramente o extraordinário comício da candidatura de Jerónimo de Sousa no Pavilhão Atlântico - com efeitos muito positivos nas eleições e de grande importância para o presente e o futuro deste Partido e da luta que travamos -, e cujo termo de comparação possível, neste quadro, é com a dimensão da manobra de menorização e quase imediata ocultação mediática a que foi sujeito, particularmente na RTP e na SIC, e não só.
Mas continua também o folhetim das «sondagens», quase todas a merecerem o respectivo nome referido entre aspas, porque, objectivamente, não cumprem parâmetros elementares de credibilidade, nem quanto ao critério das amostras consideradas, nem quanto á fiabilidade dos métodos de inquirição, nem quanto aos procedimentos complementares de estimação, nem finalmente quanto à forma como são apresentadas por quase todos os media.
As «sondagens» da Marktest, publicadas no DN e TSF, são um paradigma a este respeito (aliás já o tinham sido nas autárquicas quando em seis «estudos» - Porto, Lisboa, Oeiras, Matosinhos, Felgueiras e Gondomar – fez previsões bem inferiores aos resultados reais da CDU e muito superiores aos do BE). Agora, a novidade das 150 entrevistas diárias é um factor de inconsistência, o uso do telefone fixo identifica o respondente e enviesa os resultados, os 2,5% de abstenção tornam a «sondagem» num mero palpite – há dez anos a abstenção foi de 33,6% e há cinco chegou aos 49,1% -, a distribuição dos não respondentes, brancos, nulos e não votantes, proporcionalmente ao «voto bruto» nos candidatos, mistifica a realidade da indecisão (no eleitorado PS) e, finalmente, a não referência nas estimativas finais à margem de erro de cerca de 3,5% - reconhecida pela Marktest - é mais um elemento relevante, a juntar a todos os outros, da evidente distorção da «sondagem», em benefício da tese do «Cavaco à primeira».
E é um facto, nos «estudos de opinião» que parecem mais próximos da credibilidade – como os já referidos da Católica -, que os números brutos demonstram que continua a ser possível levar as eleições presidenciais à segunda volta.
As «sondagens» não votam! Mesmo o enorme poder desta santa aliança dos grandes interesses, de tantos media e empresas de sondagens, com as políticas de direita e os seus executores (no governo e não só) podem ser derrotados pelo voto popular.
Que ninguém falte contra Cavaco. Votando Jerónimo, com toda a confiança.
Mas continua também o folhetim das «sondagens», quase todas a merecerem o respectivo nome referido entre aspas, porque, objectivamente, não cumprem parâmetros elementares de credibilidade, nem quanto ao critério das amostras consideradas, nem quanto á fiabilidade dos métodos de inquirição, nem quanto aos procedimentos complementares de estimação, nem finalmente quanto à forma como são apresentadas por quase todos os media.
As «sondagens» da Marktest, publicadas no DN e TSF, são um paradigma a este respeito (aliás já o tinham sido nas autárquicas quando em seis «estudos» - Porto, Lisboa, Oeiras, Matosinhos, Felgueiras e Gondomar – fez previsões bem inferiores aos resultados reais da CDU e muito superiores aos do BE). Agora, a novidade das 150 entrevistas diárias é um factor de inconsistência, o uso do telefone fixo identifica o respondente e enviesa os resultados, os 2,5% de abstenção tornam a «sondagem» num mero palpite – há dez anos a abstenção foi de 33,6% e há cinco chegou aos 49,1% -, a distribuição dos não respondentes, brancos, nulos e não votantes, proporcionalmente ao «voto bruto» nos candidatos, mistifica a realidade da indecisão (no eleitorado PS) e, finalmente, a não referência nas estimativas finais à margem de erro de cerca de 3,5% - reconhecida pela Marktest - é mais um elemento relevante, a juntar a todos os outros, da evidente distorção da «sondagem», em benefício da tese do «Cavaco à primeira».
E é um facto, nos «estudos de opinião» que parecem mais próximos da credibilidade – como os já referidos da Católica -, que os números brutos demonstram que continua a ser possível levar as eleições presidenciais à segunda volta.
As «sondagens» não votam! Mesmo o enorme poder desta santa aliança dos grandes interesses, de tantos media e empresas de sondagens, com as políticas de direita e os seus executores (no governo e não só) podem ser derrotados pelo voto popular.
Que ninguém falte contra Cavaco. Votando Jerónimo, com toda a confiança.