Luta não esmorece
As Direcções Regionais das Organizações de Aveiro e de Viseu do PCP acusam o PS e a direita de terem inviabilizado todas as propostas apresentadas pelo PCP para a inclusão no PIDDAC 2006 de verbas destinadas a obras fundamentais para o desenvolvimento das respectivas regiões.
Os comunistas de Aveiro sublinham a importâncias das 33 propostas do PCP para o distrito, que vão de grandes obras rodoviárias, como a conclusão do IC2 entre Arrifana e Carvalhos, a ligação Aveiro-Águeda ou a conclusão da Variante que liga Arouca ao IC2, a obras essenciais para a resolução de graves problemas de ambiente ou a várias intervenções localizadas, nomeadamente na área da Saúde.
Contudo, o PS e a direita – que não apresentaram qualquer proposta – votaram contra as propostas do PCP, lembra a DORAV, indignada com a atitude dos deputados de Aveiro eleitos por estas forças políticas, nomeadamente Afonso Candal que votou contra estas propostas, apesar de lhes reconhecer a validade.
Indignação idêntica manifestam os comunistas de Viseu relativamente ao PS, PSD e PP que, ao votarem contra as propostas do PCP, mantêm as assimetrias regionais e impedem o desenvolvimento das zonas mais carenciadas e/ou deprimidas do Interior.
Na verdade, em Viseu, relativamente a 2005, o PIDDAC 2006 reduz em 40% as verbas para investimento no distrito; atribui menos verbas a dezanove dos seus 24 concelhos; deixa concelhos, como o de Penedono, sem qualquer investimento; coloca Viseu como o distrito com menor investimento em toda a Região Centro.
Este comportamento do PS e da direita não arrefecem, contudo, a determinação das organizações do PCP, que prometem continuar a intervir e a lutar com firmeza e determinação em defesa dos direitos dos respectivos distritos e suas populações.
Os comunistas de Aveiro sublinham a importâncias das 33 propostas do PCP para o distrito, que vão de grandes obras rodoviárias, como a conclusão do IC2 entre Arrifana e Carvalhos, a ligação Aveiro-Águeda ou a conclusão da Variante que liga Arouca ao IC2, a obras essenciais para a resolução de graves problemas de ambiente ou a várias intervenções localizadas, nomeadamente na área da Saúde.
Contudo, o PS e a direita – que não apresentaram qualquer proposta – votaram contra as propostas do PCP, lembra a DORAV, indignada com a atitude dos deputados de Aveiro eleitos por estas forças políticas, nomeadamente Afonso Candal que votou contra estas propostas, apesar de lhes reconhecer a validade.
Indignação idêntica manifestam os comunistas de Viseu relativamente ao PS, PSD e PP que, ao votarem contra as propostas do PCP, mantêm as assimetrias regionais e impedem o desenvolvimento das zonas mais carenciadas e/ou deprimidas do Interior.
Na verdade, em Viseu, relativamente a 2005, o PIDDAC 2006 reduz em 40% as verbas para investimento no distrito; atribui menos verbas a dezanove dos seus 24 concelhos; deixa concelhos, como o de Penedono, sem qualquer investimento; coloca Viseu como o distrito com menor investimento em toda a Região Centro.
Este comportamento do PS e da direita não arrefecem, contudo, a determinação das organizações do PCP, que prometem continuar a intervir e a lutar com firmeza e determinação em defesa dos direitos dos respectivos distritos e suas populações.