Direita francesa glorifica colonização
O partido maioritário no parlamento francês, UMP, recusou dia 29 discutir a anulação da emenda a uma lei que exige aos professores de História o reconhecimento do «papel positivo da presença francesa no Ultramar, particularmente no Norte de África».
A emenda havia sido acrescentada à socapa a um projecto-lei aprovado a 23 de Fevereiro que reconhece a acção dos antigos colaboracionistas argelinos do exército colonialista francês. A lei de 23 de fevereiro, inclusive, reabilita os antigos combatentes da OAS, a organização francesa paramilitar de extrema-direita durante a guerra contra a Argélia.
Para a imprensa argelina esta lei glorifica a colonização, convertendo os assassinos em vítimas e branqueando as responsabilidades do Estado francês nos crimes e atrocidades cometidos na Argélia.
Os professores franceses recusam aplicar a lei, enquanto o presidente Chirac tem guardado silêncio sobre o assunto.
A emenda havia sido acrescentada à socapa a um projecto-lei aprovado a 23 de Fevereiro que reconhece a acção dos antigos colaboracionistas argelinos do exército colonialista francês. A lei de 23 de fevereiro, inclusive, reabilita os antigos combatentes da OAS, a organização francesa paramilitar de extrema-direita durante a guerra contra a Argélia.
Para a imprensa argelina esta lei glorifica a colonização, convertendo os assassinos em vítimas e branqueando as responsabilidades do Estado francês nos crimes e atrocidades cometidos na Argélia.
Os professores franceses recusam aplicar a lei, enquanto o presidente Chirac tem guardado silêncio sobre o assunto.