António Abreu recebe a Ordem da Liberdade
A Presidência da República atribuiu a comenda da Ordem da Liberdade a António Horácio Simões de Abreu, engenheiro electrotécnico e professor do ensino superior, reformado, de 82 anos de idade. Na iniciativa, estiveram presentes familiares mais próximos, entre os quais os seus três filhos, António, Luís Carlos e Rui Abreu, o presidente da Associação 25 de Abril e dirigentes da União dos Resistentes Antifascistas Portugueses.
O condecorado aderiu ao PCP em 1942, tendo integrado em 1947 e 1948 a Comissão Central do MUD-Juvenil, entre outros, com Areosa Feio, Júlio Pomar, Mário Soares, Octávio Pato, Óscar dos Reis, Rui Grácio e Salgado Zenha.
Participou nas campanhas políticas do MUNAF, em 1951, com Ruy Luís Gomes, e em 1958 nas candidaturas de Cunha Leal, Arlindo Vicente e Humberto Delgado. Nesta última campanha subscreveu com Arlindo Vicente, Humberto Delgado e Vieira de Almeida o manifesto ao povo português anunciando a junção das duas candidaturas que a PIDE apreendeu na tipografia.
No dia das «eleições» foi vítima de uma tentativa de rapto num carro particular nos Restauradores pela PIDE que, repudiada por quem a ela assistia, se limitaria a uma das suas várias prisões.
António Abreu publicou um livro sobre «Números e Variáveis Complexas, lições de Métodos Numéricos e Matemática Aplicada à Electrotecnia», e um outro sobre episódios da resistência.
Ainda antes do 25 de Abril, participou no Congresso dos Engenheiros e, no início da revolução, no movimento sindical docente que teve então um amplo desenvolvimento.
O condecorado aderiu ao PCP em 1942, tendo integrado em 1947 e 1948 a Comissão Central do MUD-Juvenil, entre outros, com Areosa Feio, Júlio Pomar, Mário Soares, Octávio Pato, Óscar dos Reis, Rui Grácio e Salgado Zenha.
Participou nas campanhas políticas do MUNAF, em 1951, com Ruy Luís Gomes, e em 1958 nas candidaturas de Cunha Leal, Arlindo Vicente e Humberto Delgado. Nesta última campanha subscreveu com Arlindo Vicente, Humberto Delgado e Vieira de Almeida o manifesto ao povo português anunciando a junção das duas candidaturas que a PIDE apreendeu na tipografia.
No dia das «eleições» foi vítima de uma tentativa de rapto num carro particular nos Restauradores pela PIDE que, repudiada por quem a ela assistia, se limitaria a uma das suas várias prisões.
António Abreu publicou um livro sobre «Números e Variáveis Complexas, lições de Métodos Numéricos e Matemática Aplicada à Electrotecnia», e um outro sobre episódios da resistência.
Ainda antes do 25 de Abril, participou no Congresso dos Engenheiros e, no início da revolução, no movimento sindical docente que teve então um amplo desenvolvimento.