Não são todos iguais
A campanha eleitoral para as eleições do próximo domingo tem sido recheada de episódios que têm contribuído para a distracção dos portugueses sobre o que está verdadeiramente em causa: a eleição de Câmaras, Assembleias Municipais e Juntas de Freguesia.
Os eleitos da CDU serão uma voz insubstituível nas autarquias
Nestas eleições, por estranho que pareça, serão sufragadas as propostas, os candidatos e a acção das várias candidaturas. Com a crescente mediatização destas eleições, em que os chamados critérios jornalísticos são o pretexto para a discriminação, a manipulação e a caricatura, os cidadãos têm vindo a ser bombardeados com notícias que, objectivamente, contribuem para desvirtuar a essência do acto eleitoral. A batalha da CDU é difícil e desigual. Porque os meios disponíveis são manifestamente escassos quando comparados com os das outras forças, mas também porque a nossa campanha é diferente nos conteúdos, nas propostas, no estilo e nos objectivos.
Essa diferença não se fica apenas pela campanha, ela é também uma evidência ao longo de cada mandato autárquico. Os eleitos da CDU, em quaisquer circunstâncias, honram os seus compromissos, são porta vozes das aspirações e dos problemas das populações. Essa é uma característica que os diferencia dos eleitos das outras forças políticas que, passada a campanha eleitoral, rapidamente esquecem os seus compromissos e, se necessário for, fazem exactamente o contrário daquilo que prometeram. A diferença da CDU afirma-se em toda a parte na valorização da participação das populações, na defesa do desenvolvimento com dimensão social, na promoção de políticas de democratização cultural e desportiva, no apoio ao movimento associativo, na defesa de serviços públicos de qualidade e acessíveis às populações, na defesa do carácter público da prestação de serviços básicos essenciais, na valorização profissional e no respeito pelas condições de trabalho dos trabalhadores das autarquias.
O nosso estilo, o estilo CDU, a nossa diferença, não apenas nas palavras mas principalmente na nossa acção, é frequentemente denegrido pelos nossos adversários. Candidatos do PS e do BE, não raras vezes como que concertados, acusam a CDU de um crime que, à luz dos seus olhos, deve merecer a condenação dos cidadãos: trata-se da aliança dos eleitos da CDU com a direita em várias autarquias… e para que não fiquem dúvidas, em Lisboa, um dirigente do PS afirmou que a CDU tem um acordo com Carmona Rodrigues, para vir a assumir pelouros na capital. Como forma de sustentar essa calúnia, chegou ao ponto de enumerar quais seriam os pelouros que alegadamente a direita entregaria à CDU.
A experiência demonstra que, relativamente a entendimentos, acordos e alianças com a direita, o PCP, por mais que se esforce, não conseguirá chegar aos calcanhares do PS, seja nas autarquias, ou na Assembleia da República. Não foi com os votos do PCP que foi possível desvirtuar a Constituição nem foi com o nosso acordo que os constantes ataques ao Poder Local Democrático, aos direitos dos trabalhadores e dos portugueses em geral, se tem vindo a concretizar; e não será com os votos do PCP que se alterará a lei eleitoral para as autarquias, de modo a eliminar a eleição directa das câmaras municipais e abrir caminho a um poder absoluto, sem controlo e fiscalização directa.
Paciência...
Convém recordar que foi com a cumplicidade dos eleitos do PS e do BE que as negociatas da Feira Popular e do Parque Mayer passaram na Assembleia Municipal de Lisboa.
Se o BE estivesse efectivamente empenhado em derrotar a direita, não teria recusado integrar a coligação Mais Lisboa, em 2001, contribuindo assim para a dispersão de votos e para a ascensão de Santana Lopes.
E nesta campanha, à falta de projecto, o seu líder, que é um especialista em contrafacção política, gere a sua agenda ao sabor do que está a dar em termos mediáticos, dissertando sobre Isaltinos, Felgueiras, Torres e outros que tais, no seu estilo modernaço e alternativo, contribuindo dessa forma para a valorização do acessório e passando ao lado da substância!
Pela nossa parte, estamos a trabalhar para que em 9 de Outubro a CDU saia reforçada e para que os seus eleitos, sempre que possível, possam desenvolver um trabalho positivo e eficaz, onde lhes sejam confiadas responsabilidades.
Em toda a parte e em todas as circunstâncias, os eleitos da CDU serão uma voz insubstituível na fiscalização, na crítica e na denúncia de abusos, incompetências e irregularidades. Serão, igualmente, portadores de um projecto de seriedade, isenção e sentido de responsabilidade.
Por muito que isso custe aos nossos adversários, a CDU e os seus eleitos irão continuar a empenhar-se na resolução dos problemas das populações, continuarão a dar voz nas autarquias aos problemas, aspirações e reclamações que, de outra forma, seriam esquecidos e desprezados.
Ainda que os nossos adversários estranhem, a CDU continuará a honrar os seus compromissos, independentemente dos resultados das eleições do próximo domingo. Vai continuar a fazer-lhes diferença que a CDU afirme a sua diferença. Paciência… não são todos iguais!
Essa diferença não se fica apenas pela campanha, ela é também uma evidência ao longo de cada mandato autárquico. Os eleitos da CDU, em quaisquer circunstâncias, honram os seus compromissos, são porta vozes das aspirações e dos problemas das populações. Essa é uma característica que os diferencia dos eleitos das outras forças políticas que, passada a campanha eleitoral, rapidamente esquecem os seus compromissos e, se necessário for, fazem exactamente o contrário daquilo que prometeram. A diferença da CDU afirma-se em toda a parte na valorização da participação das populações, na defesa do desenvolvimento com dimensão social, na promoção de políticas de democratização cultural e desportiva, no apoio ao movimento associativo, na defesa de serviços públicos de qualidade e acessíveis às populações, na defesa do carácter público da prestação de serviços básicos essenciais, na valorização profissional e no respeito pelas condições de trabalho dos trabalhadores das autarquias.
O nosso estilo, o estilo CDU, a nossa diferença, não apenas nas palavras mas principalmente na nossa acção, é frequentemente denegrido pelos nossos adversários. Candidatos do PS e do BE, não raras vezes como que concertados, acusam a CDU de um crime que, à luz dos seus olhos, deve merecer a condenação dos cidadãos: trata-se da aliança dos eleitos da CDU com a direita em várias autarquias… e para que não fiquem dúvidas, em Lisboa, um dirigente do PS afirmou que a CDU tem um acordo com Carmona Rodrigues, para vir a assumir pelouros na capital. Como forma de sustentar essa calúnia, chegou ao ponto de enumerar quais seriam os pelouros que alegadamente a direita entregaria à CDU.
A experiência demonstra que, relativamente a entendimentos, acordos e alianças com a direita, o PCP, por mais que se esforce, não conseguirá chegar aos calcanhares do PS, seja nas autarquias, ou na Assembleia da República. Não foi com os votos do PCP que foi possível desvirtuar a Constituição nem foi com o nosso acordo que os constantes ataques ao Poder Local Democrático, aos direitos dos trabalhadores e dos portugueses em geral, se tem vindo a concretizar; e não será com os votos do PCP que se alterará a lei eleitoral para as autarquias, de modo a eliminar a eleição directa das câmaras municipais e abrir caminho a um poder absoluto, sem controlo e fiscalização directa.
Paciência...
Convém recordar que foi com a cumplicidade dos eleitos do PS e do BE que as negociatas da Feira Popular e do Parque Mayer passaram na Assembleia Municipal de Lisboa.
Se o BE estivesse efectivamente empenhado em derrotar a direita, não teria recusado integrar a coligação Mais Lisboa, em 2001, contribuindo assim para a dispersão de votos e para a ascensão de Santana Lopes.
E nesta campanha, à falta de projecto, o seu líder, que é um especialista em contrafacção política, gere a sua agenda ao sabor do que está a dar em termos mediáticos, dissertando sobre Isaltinos, Felgueiras, Torres e outros que tais, no seu estilo modernaço e alternativo, contribuindo dessa forma para a valorização do acessório e passando ao lado da substância!
Pela nossa parte, estamos a trabalhar para que em 9 de Outubro a CDU saia reforçada e para que os seus eleitos, sempre que possível, possam desenvolver um trabalho positivo e eficaz, onde lhes sejam confiadas responsabilidades.
Em toda a parte e em todas as circunstâncias, os eleitos da CDU serão uma voz insubstituível na fiscalização, na crítica e na denúncia de abusos, incompetências e irregularidades. Serão, igualmente, portadores de um projecto de seriedade, isenção e sentido de responsabilidade.
Por muito que isso custe aos nossos adversários, a CDU e os seus eleitos irão continuar a empenhar-se na resolução dos problemas das populações, continuarão a dar voz nas autarquias aos problemas, aspirações e reclamações que, de outra forma, seriam esquecidos e desprezados.
Ainda que os nossos adversários estranhem, a CDU continuará a honrar os seus compromissos, independentemente dos resultados das eleições do próximo domingo. Vai continuar a fazer-lhes diferença que a CDU afirme a sua diferença. Paciência… não são todos iguais!