Ilda Figueiredo desafia Menezes a explicar saída de vice-presidente

Situação incompreensível

A candidata da CDU à presidência da Câmara de Gaia desafiou Luís Filipe Menezes a explicar quais as verdadeiras razões que levaram ao afastamento do vice-presidente Jorge Queiroz do Executivo.

Travar a especulação imobiliária e evitar atentados urbanísticos

«Terá sido pela desastrosa situação financeira do município e das empresas municipais? Terá sido pela sua exclusão da lista para as próximas eleições, ou será para tentar fazer crer aos munícipes que o descontentamento crescente dos gaienses com a má gestão municipal era da responsabilidade do vice-presidente?», questionou, sexta-feira, Ilda Figueiredo.
Em conferência de imprensa, a deputada do Parlamento Europeu e candidata da CDU lembrou que Jorge Queiroz, também presidente da empresa municipal GaiaSocial, foi quem representou o presidente da Câmara de Gaia, Luís Filipe Menezes, em quase todas as assembleias municipais no último ano.
«Estamos perante uma situação que nos parece incompreensível, que foi praticamente ocultada da comunicação social e que tem que ser clarificada», frisou.
Jorge Queiroz renunciou no início do mês ao cargo de vereador alegando «motivos pessoais», tendo a vice-presidência da autarquia sido entregue a Firmino Pereira. O ex-vice-presidente recusou dar mais explicações para a sua saída.

CDU desafia PSD

A candidata comunista desafiou ainda Luís Filipe Menezes para um debate público com a CDU sobre «as obras que prometeu e não realizou».
Fazendo um balanço dos últimos quatro anos da governação liderada pelo social-democrata Luís Filipe Menezes, Ilda Figueiredo apontou dez áreas que considerou «continuarem muito críticas em Gaia».
Urbanismo, ambiente, impostos municipais, taxas e preços dos serviços, educação, habitação social, luta pelo desemprego, rede viária, transportes públicos, cultura, desporto e movimento associativo são áreas que «estarão no centro das atenções da actividade da CDU», afirmou.
Quanto ao urbanismo, a candidata anunciou que vai «exigir a revisão participada do Plano Director Municipal, com debate público em todas as freguesias e na Assembleia Municipal, o que foi sempre rejeitado pelo PSD/CDS».
Travar a especulação imobiliária e evitar «atentados urbanísticos», como a Quinta do Cravel, são outras prioridades da CDU para esta área.


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