Britânicos culpam Blair
Dois terços dos britânicos consideram que o primeiro-ministro, Tony Blair, tem uma quota parte de responsabilidade nos atentados do passado dia 7, em Londres.
De acordo com uma sondagem publicada, na terça-feira, pelo diário «The Guardian», 33 por cento dos inquiridos imputam uma «forte responsabilidade» ao governante, 31 por cento pensam este tem uma «responsabilidade reduzida », enquanto apenas 28 por cento acreditam que o líder trabalhista não pode ser responsabilizado e que o apoio dado pelo governo de Sua Majestade à invasão do Iraque não está relacionado com o sucedido.
O inquérito coincidiu com a divulgação de um relatório da Chatham House, antes conhecida como Instituto Real de Assuntos Internacionais, que afirma de forma inequívoca que «o Reino Unido está exposto a um maior risco por ser o mais aliado mais próximo dos Estados Unidos».
Esta análise de especialistas em terrorismo, que encontra eco na generalidade da opinião pública, contrasta com a posição oficial do governo que insiste em negar qualquer relação entre a ocupação do Iraque e os atentados, declarando que estes foram produzidos por um grupo de fanáticos que perfilham a «ideologia do mal».
De acordo com uma sondagem publicada, na terça-feira, pelo diário «The Guardian», 33 por cento dos inquiridos imputam uma «forte responsabilidade» ao governante, 31 por cento pensam este tem uma «responsabilidade reduzida », enquanto apenas 28 por cento acreditam que o líder trabalhista não pode ser responsabilizado e que o apoio dado pelo governo de Sua Majestade à invasão do Iraque não está relacionado com o sucedido.
O inquérito coincidiu com a divulgação de um relatório da Chatham House, antes conhecida como Instituto Real de Assuntos Internacionais, que afirma de forma inequívoca que «o Reino Unido está exposto a um maior risco por ser o mais aliado mais próximo dos Estados Unidos».
Esta análise de especialistas em terrorismo, que encontra eco na generalidade da opinião pública, contrasta com a posição oficial do governo que insiste em negar qualquer relação entre a ocupação do Iraque e os atentados, declarando que estes foram produzidos por um grupo de fanáticos que perfilham a «ideologia do mal».