«Não» volta a liderar
Duas recentes sondagens realizadas pelos institutos CSA e Ipsos colocam novamente o «não» à frente nas intenções de voto do eleitorado francês. Os resultados destes dois estudos, divulgados na segunda-feira, 16, confirmam a recuperação dos opositores à constituição europeia que já tinha sido identificada, no sábado, 14, pelo inquérito Ifop, publicado no portal da internet «Wanadoo actu».
Esta última sondagem atribuiu 54 por cento ao «não» contra 46 por cento ao «sim», ou seja, uma subida de quatro por cento da tendência maioritária face ao precedente estudo de opinião efectuado em 3 e 4 de Abril, do qual resultava um empate entre os dois campos.
Por seu lado, os institutos CSA e Ipsos apresentam ambos uma vantagem do «não» com 51 por cento, contra 49 do «sim». O primeiro regista uma subida do «não» de dois por cento face e uma descida equivalente do «sim» face ao estudo anterior promovido nos dias 6 e 7 de Maio.
No inquérito do Ipsos, esta é de um por cento face ao resultado obtido em 6 e 7 de Maio, e de quatro por cento se comparado com o estudo de 29 e 30 de Abril.
Este instituto afirma ainda que 58 por cento dos inquiridos leu total ou parcialmente o texto do tratado constitucional, 30 por cento não o leram mas informaram-se das suas principais disposições, enquanto 11 por cento reconhecem não estar informados sobre o seu conteúdo.
Esta última sondagem atribuiu 54 por cento ao «não» contra 46 por cento ao «sim», ou seja, uma subida de quatro por cento da tendência maioritária face ao precedente estudo de opinião efectuado em 3 e 4 de Abril, do qual resultava um empate entre os dois campos.
Por seu lado, os institutos CSA e Ipsos apresentam ambos uma vantagem do «não» com 51 por cento, contra 49 do «sim». O primeiro regista uma subida do «não» de dois por cento face e uma descida equivalente do «sim» face ao estudo anterior promovido nos dias 6 e 7 de Maio.
No inquérito do Ipsos, esta é de um por cento face ao resultado obtido em 6 e 7 de Maio, e de quatro por cento se comparado com o estudo de 29 e 30 de Abril.
Este instituto afirma ainda que 58 por cento dos inquiridos leu total ou parcialmente o texto do tratado constitucional, 30 por cento não o leram mas informaram-se das suas principais disposições, enquanto 11 por cento reconhecem não estar informados sobre o seu conteúdo.