PS quer empobrecer as autarquias
O Partido Ecologista «Os Verdes» debateu, sábado, em Conselho Nacional, a situação eco-política nacional e definiu estratégias relativamente às eleições autárquicas, a realizar em Outubro.
Durante a iniciativa, os ecologistas, em conferência de imprensa, anunciaram estar contra as propostas feitas pelo PS para a alteração da lei eleitoral para as autarquias locais, que entendem não ser novas e que «mais não visam do que criar executivos monocolores».
«É a engenharia genética transportada para o sistema eleitoral porque deixam de ser as populações a eleger directamente os eleitos para os executivos camarários e para as Juntas de Freguesia para passar a ser o presidente respectivo a fazê-lo, seja o da Câmara, seja o da Junta de Freguesia», acusou José Luís Ferreira, membro do Conselho Nacional.
Segundo Luís Ferreira, para «Os Verdes» fica em causa «não só a representatividade como a própria legitimidade democrática daqueles que são actualmente eleitos pelas pessoas». Consequentemente, «há um forte empobrecimento dos mecanismos de fiscalização e um golpe na transparência da gestão das autarquias», uma vez que «os executivos camarários têm partidos e vereadores doutras forças políticas» e que «naturalmente representa uma garantia no que diz respeito à fiscalização e à transparência da própria gestão autárquica».
O partido ecologista disse não conseguir entender as razões que levam o PS «a querer substituir um sistema que tem funcionado tão bem e que tem garantido a estabilidade dos órgão autárquicos».
O Conselho Nacional reuniu ainda para discutir outras matérias, como a interrupção voluntária da gravidez (IVG), o aumento das tarifas dos transportes públicos ou as eleições autárquicas.
Em relação às próximas eleições autárquicas, Luís Ferreira adiantou que se vão coligar com o PCP para todas as autárquicas do País com excepção de Lisboa em relação à qual ainda decorrem negociações com outras forças políticas.
Durante a iniciativa, os ecologistas, em conferência de imprensa, anunciaram estar contra as propostas feitas pelo PS para a alteração da lei eleitoral para as autarquias locais, que entendem não ser novas e que «mais não visam do que criar executivos monocolores».
«É a engenharia genética transportada para o sistema eleitoral porque deixam de ser as populações a eleger directamente os eleitos para os executivos camarários e para as Juntas de Freguesia para passar a ser o presidente respectivo a fazê-lo, seja o da Câmara, seja o da Junta de Freguesia», acusou José Luís Ferreira, membro do Conselho Nacional.
Segundo Luís Ferreira, para «Os Verdes» fica em causa «não só a representatividade como a própria legitimidade democrática daqueles que são actualmente eleitos pelas pessoas». Consequentemente, «há um forte empobrecimento dos mecanismos de fiscalização e um golpe na transparência da gestão das autarquias», uma vez que «os executivos camarários têm partidos e vereadores doutras forças políticas» e que «naturalmente representa uma garantia no que diz respeito à fiscalização e à transparência da própria gestão autárquica».
O partido ecologista disse não conseguir entender as razões que levam o PS «a querer substituir um sistema que tem funcionado tão bem e que tem garantido a estabilidade dos órgão autárquicos».
O Conselho Nacional reuniu ainda para discutir outras matérias, como a interrupção voluntária da gravidez (IVG), o aumento das tarifas dos transportes públicos ou as eleições autárquicas.
Em relação às próximas eleições autárquicas, Luís Ferreira adiantou que se vão coligar com o PCP para todas as autárquicas do País com excepção de Lisboa em relação à qual ainda decorrem negociações com outras forças políticas.