Um projecto alternativo
Ao intervir na apresentação dos cabeça de lista à Câmara e Assembleia Municipal de Vila Nova de Gaia, Jerónimo de Sousa salientou que a CDU é uma força indispensável e necessária para romper o longo ciclo de políticas municipais desastrosas neste concelho.
«Temos um passado de realização nas autarquias e um projecto alternativo de esquerda no Poder Local que não deixam dúvidas quanto ao sentido e rumo da nossa intervenção na defesa do interesse público e das populações. Vila Nova de Gaia conhece o trabalho empenhado dos eleitos da CDU na Assembleia Municipal na defesa dos interesses das populações e do concelho e conhece também o importante trabalho da cabeça de lista da CDU à Câmara Municipal realizado durante sete anos neste concelho como vereadora da Ambiente e que deixou obra concreta, como é o caso do Parque Biológico de Gaia», afirmou, sábado, o secretário-geral do PCP, na apresentação das cabeças de lista à Câmara, Ilda Figueiredo, e à Assembleia Municipal, Filomena Tavares.
«Vamos para estas eleições com a confiança de quem provou ser capaz de se assumir, mesmo em minoria, como uma voz indispensável na defesa dos interesses da população, que deu corpo a causas e aspirações locais, e assegurou uma presença crítica, exigente e construtiva para garantir a defesa dos interesses das populações», continuou Jerónimo de Sousa, sublinhando que é necessário reforçar a CDU e o seu projecto, «que valoriza e se identifica com a singular matriz de poder autárquico nascido na Revolução de Abril que enaltece e procura a participação de todos, eleitos e população, na defesa dos problemas concretos das respectivas comunidades».
Durante o encontro, o secretário-geral do PCP afirmou ainda estar contra a alteração da lei eleitoral para as autarquias, considerando que executivos municipais homogéneos levam «à liquidação do pluralismo» e «aumentam a possibilidade de corrupção e compadrio».
Por seu lado, Ilda Figueiredo, deputada no Parlamento Europeu, definiu como principal objectivo conseguir eleger de novo um vereador em Gaia e reforçar o número de deputados municipais. A deputada foi vereadora da Câmara de Gaia durante sete anos, na década de 1980, tendo sido responsável pelo pelouro do Ambiente e Jardins.
Com 55 anos, Ilda Figueiredo disse que o «objectivo central é voltar à Câmara de Gaia, pelo menos com um vereador», mas que a CDU «tem todas as condições para ter a presidência» da autarquia. «Uma gestão transparente e mais participada», que dê resposta aos anseios da população de cada freguesia, é o que propõe a comunista.
Ilda Figueiredo acusou ainda o actual executivo de maioria PSD/PP, liderado por Luís Filipe Menezes, de criar «projectos megalómanos que privilegiam a especulação imobiliária» no concelho. «Queremos uma reabilitação urbana que tenha em conta as pessoas, queremos dar maior atenção ao rico património de Gaia», sustentou a candidata à Câmara Municipal.
«Vamos para estas eleições com a confiança de quem provou ser capaz de se assumir, mesmo em minoria, como uma voz indispensável na defesa dos interesses da população, que deu corpo a causas e aspirações locais, e assegurou uma presença crítica, exigente e construtiva para garantir a defesa dos interesses das populações», continuou Jerónimo de Sousa, sublinhando que é necessário reforçar a CDU e o seu projecto, «que valoriza e se identifica com a singular matriz de poder autárquico nascido na Revolução de Abril que enaltece e procura a participação de todos, eleitos e população, na defesa dos problemas concretos das respectivas comunidades».
Durante o encontro, o secretário-geral do PCP afirmou ainda estar contra a alteração da lei eleitoral para as autarquias, considerando que executivos municipais homogéneos levam «à liquidação do pluralismo» e «aumentam a possibilidade de corrupção e compadrio».
Por seu lado, Ilda Figueiredo, deputada no Parlamento Europeu, definiu como principal objectivo conseguir eleger de novo um vereador em Gaia e reforçar o número de deputados municipais. A deputada foi vereadora da Câmara de Gaia durante sete anos, na década de 1980, tendo sido responsável pelo pelouro do Ambiente e Jardins.
Com 55 anos, Ilda Figueiredo disse que o «objectivo central é voltar à Câmara de Gaia, pelo menos com um vereador», mas que a CDU «tem todas as condições para ter a presidência» da autarquia. «Uma gestão transparente e mais participada», que dê resposta aos anseios da população de cada freguesia, é o que propõe a comunista.
Ilda Figueiredo acusou ainda o actual executivo de maioria PSD/PP, liderado por Luís Filipe Menezes, de criar «projectos megalómanos que privilegiam a especulação imobiliária» no concelho. «Queremos uma reabilitação urbana que tenha em conta as pessoas, queremos dar maior atenção ao rico património de Gaia», sustentou a candidata à Câmara Municipal.