Projecto autárquico começou em 1925
Com cerca de meia centena de participantes, teve lugar na passada semana, no Grupo Desportivo e Recreativo Airense, um debate público do PCP sobre questões autárquicas. Neste intervieram Joaquim Caçoete, eleito na Assembleia Municipal de Palmela, Ana Teresa Vicente, Presidente da Câmara Municipal, e Valdemar Santos, membro da Direcção da Organização Regional de Setúbal do PCP.
Esta foi a segunda das iniciativas que definem um ciclo cujo início se deu a 3 de Fevereiro, na Lagoa do Calvo, no Poceirão, e que terá continuidade já no próximo dia 14 de Abril, na Quinta do Anjo. Segundo a Comissão Concelhia de Palmela do PCP, trata-se de dar corpo com carácter sistemático ao princípio do PCP e da CDU de que «não lhes são indiferentes ou merecem menos consideração a crítica dos cidadãos e o protesto das populações a aspectos da seu gestão autárquica». Para Valdemar Santos, a força política que assim se apresenta ao eleitorado – «sem dúvida menos frequentemente quanto seria a seria obrigação» – deste apenas pode esperar «mais exigência e mais reivindicação».
Por isso, foi recordado o facto histórico do Partido Comunista Português ter concorrido pela primeira vez a eleições autárquicas (ou “administrativas”, na época) em 25 de Abril de 1925, ou seja apenas quatro anos depois da sua fundação. Com a ida a este acto eleitoral, os comunistas de então tinham como objectivo fundamental «reorganizar a sociedade de alto a baixo e aspirando a interessar o maior número de indivíduos na administração local». Desta prova eleitoral, o PCP saiu vencedor com maiorias absolutas em Vale de Vargos e São Mansos, e com maiorias relativas em Barcarena, na Amadora, e Sobral da Adiça. Ou seja, «uma mão cheia do projecto autárquico comunista».
Os problemas levantados na sessão tinham, como era de esperar, índole particularmente local, sem que os presentes pusessem em causa o global de gestão autárquica da CDU em Palmela. Ana Teresa Vicente não deixou de enunciar a obra feita por iniciativa da câmara naquela zona da freguesia de Palmela e os projectos apresentados ao Poder Central e que por este têm sido sucessivamente protelados.
Esta foi a segunda das iniciativas que definem um ciclo cujo início se deu a 3 de Fevereiro, na Lagoa do Calvo, no Poceirão, e que terá continuidade já no próximo dia 14 de Abril, na Quinta do Anjo. Segundo a Comissão Concelhia de Palmela do PCP, trata-se de dar corpo com carácter sistemático ao princípio do PCP e da CDU de que «não lhes são indiferentes ou merecem menos consideração a crítica dos cidadãos e o protesto das populações a aspectos da seu gestão autárquica». Para Valdemar Santos, a força política que assim se apresenta ao eleitorado – «sem dúvida menos frequentemente quanto seria a seria obrigação» – deste apenas pode esperar «mais exigência e mais reivindicação».
Por isso, foi recordado o facto histórico do Partido Comunista Português ter concorrido pela primeira vez a eleições autárquicas (ou “administrativas”, na época) em 25 de Abril de 1925, ou seja apenas quatro anos depois da sua fundação. Com a ida a este acto eleitoral, os comunistas de então tinham como objectivo fundamental «reorganizar a sociedade de alto a baixo e aspirando a interessar o maior número de indivíduos na administração local». Desta prova eleitoral, o PCP saiu vencedor com maiorias absolutas em Vale de Vargos e São Mansos, e com maiorias relativas em Barcarena, na Amadora, e Sobral da Adiça. Ou seja, «uma mão cheia do projecto autárquico comunista».
Os problemas levantados na sessão tinham, como era de esperar, índole particularmente local, sem que os presentes pusessem em causa o global de gestão autárquica da CDU em Palmela. Ana Teresa Vicente não deixou de enunciar a obra feita por iniciativa da câmara naquela zona da freguesia de Palmela e os projectos apresentados ao Poder Central e que por este têm sido sucessivamente protelados.