Festa alentejana
«Uma Festa a valer» é o que prometem os comunistas de Beja para os próximos dias 21 e 22 de Maio, em mais uma edição da Festa Alentejana. Os títulos de solidariedade estão já à venda.
A Festa será ainda melhor que a do ano passado, promete a DORBE
Com a saída da primeira folha informativa da Festa Alentejana, os comunistas de Beja avançam com alguns pormenores do que será, em 2005, esta grande iniciativa, que regressou no ano passado após alguns anos de ausência. Partindo da experiência do ano anterior, os comunistas de Beja consideram ser possível «perspectivar uma ainda melhor e mais cuidada preparação das diversas realizações e dos espaços, incluindo a disposição dos stand’s, de forma a tornar mais agradável a presença de todos os visitantes».
Havendo ainda algumas questões em aberto, a Direcção da Organização Regional de Beja (DORBE), promotora da iniciativa, adianta que se apostará de novo no cicloturismo e outras actividades desportivas, bem como haverá uma forte aposta na cultura, com a feira do livro e do disco melhoradas. A DORBE realça ainda as exposições «e em particular uma grande mostra da realidade do trabalho e das propostas da CDU para as próximas eleições autárquicas, onde trabalhamos para um reforço claro das nossas posições na região».
«Vamos proporcionar espectáculos de qualidade e contamos com as nossas tradições no cante alentejano», salienta o boletim. No domingo à tarde, lembram os comunistas de Beja, Jerónimo de Sousa, secretário-geral do Partido, participa no comício. O título de solidariedade – que permite o ingresso na Festa – está já à venda e custa 5 euros. Para a DORBE, a distribuição dos bilhetes pelas várias organizações é uma forma de, desde já, se «discutir e promover a nossa Festa Alentejana e que deve envolver os camaradas e amigos do Partido para a garantia do êxito da edição de 2005».
A DORBE considera que foi importante a «presença solidária» de várias organizações do Partido, algumas das quais asseguraram já a sua presença na edição deste ano: Évora, Portalegre, Litoral Alentejano, Lisboa, Setúbal, Algarve, Porto, Guarda e Braga. «A presença destas e outras organizações deverá assegurar também uma “mostra” de outras realidades, como a sua gastronomia, artesanato e proposta política».
Chamava-se Catarina…
… e morreu, assassinada, na década de 50 por ousar, como tantos outros, lutar por uma vida melhor. Mas o exemplo da mártir da luta dos trabalhadores alentejanos por pão e trabalho continua. Todos os anos, de todo o País, organizam-se romagens ao local onde Catarina Eufémia foi assassinada – com um filho ao colo e outro no ventre, quando se dirigia, durante uma luta de operários agrícolas em Baleizão. Na romagem do ano passado – a maior dos últimos anos – foram muitas as centenas de camaradas e amigos que, de todo o País, rumaram à freguesia de Beja e ao monumento – uma grande foice e martelo cruzados – que assinala o local onde a comunista foi baleada pelo sargento da GNR.
A DORBE acredita que, para este ano, «se estão já a organizar e preparar estas excursões com as quais contamos para este fim de semana de grande importância e significado para a nossa luta mais geral». Porque os comunistas não esquecem os seus mártires e, como diz a canção, «até os mortos vão ao nosso lado».
Havendo ainda algumas questões em aberto, a Direcção da Organização Regional de Beja (DORBE), promotora da iniciativa, adianta que se apostará de novo no cicloturismo e outras actividades desportivas, bem como haverá uma forte aposta na cultura, com a feira do livro e do disco melhoradas. A DORBE realça ainda as exposições «e em particular uma grande mostra da realidade do trabalho e das propostas da CDU para as próximas eleições autárquicas, onde trabalhamos para um reforço claro das nossas posições na região».
«Vamos proporcionar espectáculos de qualidade e contamos com as nossas tradições no cante alentejano», salienta o boletim. No domingo à tarde, lembram os comunistas de Beja, Jerónimo de Sousa, secretário-geral do Partido, participa no comício. O título de solidariedade – que permite o ingresso na Festa – está já à venda e custa 5 euros. Para a DORBE, a distribuição dos bilhetes pelas várias organizações é uma forma de, desde já, se «discutir e promover a nossa Festa Alentejana e que deve envolver os camaradas e amigos do Partido para a garantia do êxito da edição de 2005».
A DORBE considera que foi importante a «presença solidária» de várias organizações do Partido, algumas das quais asseguraram já a sua presença na edição deste ano: Évora, Portalegre, Litoral Alentejano, Lisboa, Setúbal, Algarve, Porto, Guarda e Braga. «A presença destas e outras organizações deverá assegurar também uma “mostra” de outras realidades, como a sua gastronomia, artesanato e proposta política».
Chamava-se Catarina…
… e morreu, assassinada, na década de 50 por ousar, como tantos outros, lutar por uma vida melhor. Mas o exemplo da mártir da luta dos trabalhadores alentejanos por pão e trabalho continua. Todos os anos, de todo o País, organizam-se romagens ao local onde Catarina Eufémia foi assassinada – com um filho ao colo e outro no ventre, quando se dirigia, durante uma luta de operários agrícolas em Baleizão. Na romagem do ano passado – a maior dos últimos anos – foram muitas as centenas de camaradas e amigos que, de todo o País, rumaram à freguesia de Beja e ao monumento – uma grande foice e martelo cruzados – que assinala o local onde a comunista foi baleada pelo sargento da GNR.
A DORBE acredita que, para este ano, «se estão já a organizar e preparar estas excursões com as quais contamos para este fim de semana de grande importância e significado para a nossa luta mais geral». Porque os comunistas não esquecem os seus mártires e, como diz a canção, «até os mortos vão ao nosso lado».