Greve no Complexo de Sines
Os trabalhadores do Complexo Petroquímico de Sines voltam amanhã à greve, por mais 24 horas, depois da luta que teve lugar durante todo o dia de segunda-feira e que paralisou completamente aquela unidade da Repsol (Espanha).
A Fequimetal/CGTP-IN, que convocou estas greves e admite que outras possam ser necessárias nos próximos dias, revelou que o nível de adesão à greve, no dia 21, atingiu os 80 por cento, entre os cerca de 500 trabalhadores abrangidos.
Refere a federação que, depois de comprar o Complexo à Borealis, a Repsol «mostrou logo a intenção de pretender alterar significativamente as condições estabelecidas no acordo de empresa livremente negociado» com o anterior accionista. A empresa abandonou as negociações directas ao fim de quatro reuniões. Os trabalhadores reivindicam um aumento mínimo de 50 euros, para garantir uma efectiva melhoria do poder de compra. Querem ainda que seja revistos os escalões salariais, para acabar com a forte penalização que atinge os funcionários mais jovens. Além da revisão do subsídio de turno, reclamam o exercício pleno da negociação colectiva.
Além da Repsol (Espanha), a luta abarca os trabalhadores das duas empresas de outsourcing que laboram no Complexo, na manutenção (Masa) e no laboratório (Intertek).
A Fequimetal/CGTP-IN, que convocou estas greves e admite que outras possam ser necessárias nos próximos dias, revelou que o nível de adesão à greve, no dia 21, atingiu os 80 por cento, entre os cerca de 500 trabalhadores abrangidos.
Refere a federação que, depois de comprar o Complexo à Borealis, a Repsol «mostrou logo a intenção de pretender alterar significativamente as condições estabelecidas no acordo de empresa livremente negociado» com o anterior accionista. A empresa abandonou as negociações directas ao fim de quatro reuniões. Os trabalhadores reivindicam um aumento mínimo de 50 euros, para garantir uma efectiva melhoria do poder de compra. Querem ainda que seja revistos os escalões salariais, para acabar com a forte penalização que atinge os funcionários mais jovens. Além da revisão do subsídio de turno, reclamam o exercício pleno da negociação colectiva.
Além da Repsol (Espanha), a luta abarca os trabalhadores das duas empresas de outsourcing que laboram no Complexo, na manutenção (Masa) e no laboratório (Intertek).