Maus tratos em escolas francesas
Um relatório sobre o ensino básico francês revela vários casos de maus tratos nas escolas no ano lectivo 2003/2004. O documento, publicado na segunda-feira pelo diário Le Monde, refere oito casos de abusos sexuais e 60 casos de maus tratos de professores sobre alunos.
Palmadas e socos como castigo por falar e insultos e puxões de cabelo para manter a ordem na sala são alguns dos casos mais comuns citados pelo relatório, que refere ainda o caso de uma professora que tapou a boca de uma aluna que estava a vomitar com fita cola.
Para a autora do estudo, Nicole Baldet, estes maus tratos físicos e psíquicos constituem «um reconhecimento da incapacidade ou de uma fraqueza educativa por parte dos autores dos factos descritos e sem dúvida uma formação inicial mal assimilada ou deficiente».
Existem 6,5 milhões de alunos e 338 mil professores em França. Os castigos corporais nas escolas foram banidos em 1887 e, em 1991, uma circular do Ministério da Educação proibiu aos professores «qualquer comportamento, gesto ou palavra que expresse indiferença ou desprezo para um aluno ou sua família ou que seja susceptível de ferir a sensibilidade da criança».
Palmadas e socos como castigo por falar e insultos e puxões de cabelo para manter a ordem na sala são alguns dos casos mais comuns citados pelo relatório, que refere ainda o caso de uma professora que tapou a boca de uma aluna que estava a vomitar com fita cola.
Para a autora do estudo, Nicole Baldet, estes maus tratos físicos e psíquicos constituem «um reconhecimento da incapacidade ou de uma fraqueza educativa por parte dos autores dos factos descritos e sem dúvida uma formação inicial mal assimilada ou deficiente».
Existem 6,5 milhões de alunos e 338 mil professores em França. Os castigos corporais nas escolas foram banidos em 1887 e, em 1991, uma circular do Ministério da Educação proibiu aos professores «qualquer comportamento, gesto ou palavra que expresse indiferença ou desprezo para um aluno ou sua família ou que seja susceptível de ferir a sensibilidade da criança».