Portugal perde fundos
A proposta de adaptação da política de coesão à União Europeia alargada implica uma redução drástica dos fundos destinados a aproximar os países e a diminuir as disparidades regionais e sociais existentes.
Um estudo do Parlamento Europeu mostra que a maioria dos países perderá verbas no próximo quadro comunitário de apoio para 2007-2013, estando Portugal entre os mais prejudicados já que sofrerá uma redução absoluta de fundos que, somada à inflação verificada, ascende a 20 por cento.
Ou seja, entre 2000 e 2006, o nosso país recebeu um montante de 22 760 milhões de euros, a preços de 1999. Acrescido do valor da inflação registada nesse período (11%), aquele valor para 25 539 mil milhões de euros a preços actuais.
Ora, a proposta da Comissão Europeia prevê que Portugal possa beneficiar, entre 2007-2013, de apenas 20 390 mil milhões de euros, isto é uma diminuição real de 5 149 milhões de euros.
O nosso país perde mais fundos do que Grécia (-12%) e fica atrás em montantes absolutos da República Checa, que irá receber 25 940 milhões de euros, e da Hungria (24 609 milhões de euros), dois novos Estados-membros com uma população e níveis de desenvolvimento semelhantes a Portugal.
Um estudo do Parlamento Europeu mostra que a maioria dos países perderá verbas no próximo quadro comunitário de apoio para 2007-2013, estando Portugal entre os mais prejudicados já que sofrerá uma redução absoluta de fundos que, somada à inflação verificada, ascende a 20 por cento.
Ou seja, entre 2000 e 2006, o nosso país recebeu um montante de 22 760 milhões de euros, a preços de 1999. Acrescido do valor da inflação registada nesse período (11%), aquele valor para 25 539 mil milhões de euros a preços actuais.
Ora, a proposta da Comissão Europeia prevê que Portugal possa beneficiar, entre 2007-2013, de apenas 20 390 mil milhões de euros, isto é uma diminuição real de 5 149 milhões de euros.
O nosso país perde mais fundos do que Grécia (-12%) e fica atrás em montantes absolutos da República Checa, que irá receber 25 940 milhões de euros, e da Hungria (24 609 milhões de euros), dois novos Estados-membros com uma população e níveis de desenvolvimento semelhantes a Portugal.