CGT rejeita «constituição europeia»
O Comité Confederal Nacional da central sindical francesa CGT aprovou, com 82 por cento dos votos, uma posição contrária ao projecto de Constituição Europeia.
A «rejeição» foi adoptada, na quarta-feira, dia 3, por 74 votos, 37 contra e cinco abstenções, durante uma reunião daquele órgão integrado por todos os responsáveis distritais e dos diferentes sectores profissionais da central.
Apesar da expressividade do resultado, o secretário-geral da CGT, Bernard Thibault, reagiu de forma intempestiva, contestando a votação que, segundo disse, pôs «em evidência graves carências de democracia interna».
Thibault defende que deve ser dada «liberdade de voto» aos trabalhadores sindicalizados e considerou que o «não», no seio da CGT, é uma emanação de «militantes politicamente empenhados», aludindo claramente aos quadros comunistas e socialistas que lutam pela vitória do «não» no referendo.
A «rejeição» foi adoptada, na quarta-feira, dia 3, por 74 votos, 37 contra e cinco abstenções, durante uma reunião daquele órgão integrado por todos os responsáveis distritais e dos diferentes sectores profissionais da central.
Apesar da expressividade do resultado, o secretário-geral da CGT, Bernard Thibault, reagiu de forma intempestiva, contestando a votação que, segundo disse, pôs «em evidência graves carências de democracia interna».
Thibault defende que deve ser dada «liberdade de voto» aos trabalhadores sindicalizados e considerou que o «não», no seio da CGT, é uma emanação de «militantes politicamente empenhados», aludindo claramente aos quadros comunistas e socialistas que lutam pela vitória do «não» no referendo.