Soldados da paz combatem políticas de direita
Mais de 200 bombeiros profissionais de todo o país manifestaram-se segunda-feira junto à residência oficial do primeiro-ministro, depois de uma greve de três horas e de um plenário onde aprovaram novas formas de luta.
O presidente da Associação Nacional dos Bombeiros Profissionais, Fernando Curto, adiantou à Lusa que o plenário decidiu informar as populações de que «se algo correr mal, nomeadamente no período de incêndios, a culpa não é» dos soldados da paz. «Se o futuro governo não atender a alguns dos nossos pedidos vamos distribuir documentação pelas cidades, a informar que não temos culpa se algo correr mal. Não havendo efectivos como é que vamos prestar socorro», disse.
Fernando Curto salientou também a importância de os bombeiros profissionais fazerem simulacros regulares em espaços comerciais, escolas, no parlamento, nomeadamente.
O presidente da Associação Nacional dos Bombeiros Profissionais, Fernando Curto, adiantou à Lusa que o plenário decidiu informar as populações de que «se algo correr mal, nomeadamente no período de incêndios, a culpa não é» dos soldados da paz. «Se o futuro governo não atender a alguns dos nossos pedidos vamos distribuir documentação pelas cidades, a informar que não temos culpa se algo correr mal. Não havendo efectivos como é que vamos prestar socorro», disse.
Fernando Curto salientou também a importância de os bombeiros profissionais fazerem simulacros regulares em espaços comerciais, escolas, no parlamento, nomeadamente.