Morreu Canto e Castro
O actor Henrique Canto e Castro, de 74 anos, morreu terça-feira em sua casa em Almada. Ao longo de quase 60 anos de carreira, o actor, nascido em Lisboa a 24 de Abril de 1930, fez teatro, cinema e televisão, tendo a peça «Rainha do Ferro Velho», em cena no Teatro Politeama, e a série «João Semana», em exibição na RTP1, sido os seus mais recentes trabalhos.
Aos 12 anos, Canto e Castro já trabalhava na Emissora Nacional e aos 17 concluiu o curso de teatro do Conservatório Nacional com 18 valores. Estreou-se no teatro com os Comediantes de Lisboa em 1946, com a peça «A Lição do Tempo», sob a direcção artística de Francisco Ribeiro.
Canto e Castro passou pelo Teatro Nacional Popular, Teatro Apolo, Teatro Ginásio, Grupo de Campolide, Teatro Nacional D. Maria, Teatro da Trindade, Teatro Aberto e Teatro de Almada.
No Teatro Aberto, onde nos últimos anos o actor subiu mais vezes ao palco, integrou o elenco das peças «O Tempo e o Quarto», «A Rapariga de Varsóvia», «A Dama do Maxims», e «O Bobo e a sua mulher esta noite na Pancomédia».
No cinema, participou nos filmes «Tráfico», «Cinco Dias, Cinco Noites», «Manhã Submersa», «O Último Mergulho», «Capitães de Abril», e «A Costa dos Murmúrios», entre outros.
Participou ainda em programas de televisão como «Duarte & Companhia», «Esquadra de Polícia», «Fura Vidas», «Residencial Tejo», e fez várias dobragens para séries de animação.
Canto e Castro era militante do PCP desde antes do 25 de Abril. O seu nome e a sua fotografia apareceram na última edição do Avante! como apoiante da CDU.
«O seu inestimável contributo no desenvolvimento e afirmação do teatro em Portugal, tanto antes do 25 de Abril, como depois, em liberdade, constitui um marco incontornável para a cultura portuguesa», salienta a Direcção do Sector Intelectual de Lisboa do PCP, na nota de condolências que emitiu.
Aos 12 anos, Canto e Castro já trabalhava na Emissora Nacional e aos 17 concluiu o curso de teatro do Conservatório Nacional com 18 valores. Estreou-se no teatro com os Comediantes de Lisboa em 1946, com a peça «A Lição do Tempo», sob a direcção artística de Francisco Ribeiro.
Canto e Castro passou pelo Teatro Nacional Popular, Teatro Apolo, Teatro Ginásio, Grupo de Campolide, Teatro Nacional D. Maria, Teatro da Trindade, Teatro Aberto e Teatro de Almada.
No Teatro Aberto, onde nos últimos anos o actor subiu mais vezes ao palco, integrou o elenco das peças «O Tempo e o Quarto», «A Rapariga de Varsóvia», «A Dama do Maxims», e «O Bobo e a sua mulher esta noite na Pancomédia».
No cinema, participou nos filmes «Tráfico», «Cinco Dias, Cinco Noites», «Manhã Submersa», «O Último Mergulho», «Capitães de Abril», e «A Costa dos Murmúrios», entre outros.
Participou ainda em programas de televisão como «Duarte & Companhia», «Esquadra de Polícia», «Fura Vidas», «Residencial Tejo», e fez várias dobragens para séries de animação.
Canto e Castro era militante do PCP desde antes do 25 de Abril. O seu nome e a sua fotografia apareceram na última edição do Avante! como apoiante da CDU.
«O seu inestimável contributo no desenvolvimento e afirmação do teatro em Portugal, tanto antes do 25 de Abril, como depois, em liberdade, constitui um marco incontornável para a cultura portuguesa», salienta a Direcção do Sector Intelectual de Lisboa do PCP, na nota de condolências que emitiu.