Incapacidade e incompetência em Loures
Para debater e votar os Orçamentos e Grandes Opções do Plano da Câmara Municipal e dos Serviços Municipalizados de Loures, realizou-se, na passada semana, a 5.ª Reunião Extraordinária da autarquia.
Em conferência de imprensa, efectuada no Centro de Trabalho do PCP em Loures, os vereadores da CDU – Adão Barata, Dantas Ferreira, José Manuel Abrantes e Rui Pinheiro – acusaram o Executivo (PS), relativamente às Grandes Opções do Plano para 2005, de «incapacidade para exercer os planos anteriores».
Para ilustrar o seu raciocínio, os comunistas deram como exemplo o saldo de gerência previsto de 22,5 milhões de euros. «Este saldo significará que a realização do Plano de 2004, em particular no investimento, muito dificilmente atingirá os 50 por cento», denunciam, sublinhando que na Administração do Território «não se percebe qualquer vontade de recuperar os atrasos na revisão do PDM, instrumento estruturante da política municipal».
Justificando a sua abstenção, «até porque abriria as portas à estratégia de vitimização do PS», os vereadores da CDU acusaram a autarquia de não investir na educação, no ambiente e nas condições de trabalho, modernização dos serviços e qualificação dos recursos humanos. «As Grandes Opções do Plano de 2005 não têm credibilidade, não consubstanciam qualquer ideia coerente de desenvolvimento para o concelho e omitem ou falseiam informação» afirmam.
Naquela reunião, os eleitos comunistas abstiveram-se ainda na votação sobre as Grandes Opções do Plano de 2005 dos SMAS. «A CDU não dará ao PS a desculpa para justificar, também aqui, a sua completa incompetência, vitimizando-se, nem para fundamentar as suas ameaças de cortes nos direitos e regalias dos trabalhadores que o senhor presidente já vai anunciando», afirmaram.
Sobre os aumentos de tarifas nos Serviços Municipalizados de Loures, a CDU considera-os «brutais e socialmente inaceitáveis».
Em conferência de imprensa, efectuada no Centro de Trabalho do PCP em Loures, os vereadores da CDU – Adão Barata, Dantas Ferreira, José Manuel Abrantes e Rui Pinheiro – acusaram o Executivo (PS), relativamente às Grandes Opções do Plano para 2005, de «incapacidade para exercer os planos anteriores».
Para ilustrar o seu raciocínio, os comunistas deram como exemplo o saldo de gerência previsto de 22,5 milhões de euros. «Este saldo significará que a realização do Plano de 2004, em particular no investimento, muito dificilmente atingirá os 50 por cento», denunciam, sublinhando que na Administração do Território «não se percebe qualquer vontade de recuperar os atrasos na revisão do PDM, instrumento estruturante da política municipal».
Justificando a sua abstenção, «até porque abriria as portas à estratégia de vitimização do PS», os vereadores da CDU acusaram a autarquia de não investir na educação, no ambiente e nas condições de trabalho, modernização dos serviços e qualificação dos recursos humanos. «As Grandes Opções do Plano de 2005 não têm credibilidade, não consubstanciam qualquer ideia coerente de desenvolvimento para o concelho e omitem ou falseiam informação» afirmam.
Naquela reunião, os eleitos comunistas abstiveram-se ainda na votação sobre as Grandes Opções do Plano de 2005 dos SMAS. «A CDU não dará ao PS a desculpa para justificar, também aqui, a sua completa incompetência, vitimizando-se, nem para fundamentar as suas ameaças de cortes nos direitos e regalias dos trabalhadores que o senhor presidente já vai anunciando», afirmaram.
Sobre os aumentos de tarifas nos Serviços Municipalizados de Loures, a CDU considera-os «brutais e socialmente inaceitáveis».