APD queixa-se de crise financeira
A Associação Portuguesa de Deficientes (APD) aproveitou o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, que se assinalou sexta-feira, para se queixar da grave crise financeira que atravessa e que diz poder pôr em causa a continuidade da organização.
Em comunicado, a associação aponta a falta de reconhecimento, em Portugal, do contributo das ONG (organizações não- governamentais) na construção de uma sociedade de igualdade de direitos e oportunidades.
Segundo a APD, há uma falta de reconhecimento patente quer «ao nível do processo de consulta», quer «ao nível do financiamento». Por isso, a associação de deficientes, que tem tido «um papel fundamental na defesa da dignidade das pessoas com deficiência, enfrenta a mais grave crise financeira de toda a sua existência», afirma, acrescentando que «em Dezembro a APD não estará apta a fazer face às despesas correntes».
Assim, a APD aproveitou o dia internacional do deficiente para fazer um apelo aos poderes central, regional e local para «urgentemente pôr termo à situação de estrangulamento financeiro das organizações de pessoas com deficiência e em particular da APD, de forma a assegurar que esta possa continuar a desenvolver a sua acção».
Em comunicado, a associação aponta a falta de reconhecimento, em Portugal, do contributo das ONG (organizações não- governamentais) na construção de uma sociedade de igualdade de direitos e oportunidades.
Segundo a APD, há uma falta de reconhecimento patente quer «ao nível do processo de consulta», quer «ao nível do financiamento». Por isso, a associação de deficientes, que tem tido «um papel fundamental na defesa da dignidade das pessoas com deficiência, enfrenta a mais grave crise financeira de toda a sua existência», afirma, acrescentando que «em Dezembro a APD não estará apta a fazer face às despesas correntes».
Assim, a APD aproveitou o dia internacional do deficiente para fazer um apelo aos poderes central, regional e local para «urgentemente pôr termo à situação de estrangulamento financeiro das organizações de pessoas com deficiência e em particular da APD, de forma a assegurar que esta possa continuar a desenvolver a sua acção».