Reformas principescas são insulto ao País
O Grupo Parlamentar do PCP exigiu esclarecimentos sobre o número de administradores que exerceram funções na Caixa Geral de Depósitos e beneficiaram de indemnizações ou reformas desde a tomada de posse do Governo PSD/CDS-PP.
Esta posição, formalizada em requerimento subscrito pelo deputado comunista Honório Novo, surge na sequência de notícias dando conta da atribuição de escandalosos valores de reformas a ex altos responsáveis da Caixa Geral de Depósitos.
É o caso, após as recentes demissões ocorridas naquela instituição bancária, de Mira Amaral (ex-ministro de Cavaco Silva) a quem foi imediatamente atribuída uma reforma no valor de cerca de 3.600 contos (mais ou menos 18.200 euros) mensais, correspondente no fundamental a 90 por cento do seu vencimento no activo.
Mais se sabe, como observa o deputado do PCP, que a principesca reforma agora atribuída surge depois de aquele ter trabalhado no grupo público do sector financeiro menos de dois anos.
No requerimento entregue na Assembleia da República, Honório Novo afirma existirem outros casos semelhantes, lembrando que, entre Abril de 2002 e Julho de 2004, muitos outros altos dirigentes nomeados para a gestão de empresas públicas se afastaram ou foram afastados dos
respectivos cargos.
«Durante aquele lapso de tempo que coincidiu com o governo presidido por Durão Barroso houve lugar ao pagamento de indemnizações e/ou à fixação de valores para as reformas de um conjunto muito significativo de ex-gestores de empresas públicas nomeados pelo Estado», sustenta o deputado comunista, justificando assim a necessidade de «conhecer com mais rigor» quantos foram os altos responsáveis e quanto é que, globalmente, o Estado e as empresas públicas despenderam e despendem com o pagamento dessas indemnizações e reformas.
Honório Novo no requerimento endereçado ao Governo exigiu ainda saber qual foi o encargo global suportado pelas empresas públicas com os encargos decorrentes dessas indemnizações liquidadas durante aquele período de tempo.
Esta posição, formalizada em requerimento subscrito pelo deputado comunista Honório Novo, surge na sequência de notícias dando conta da atribuição de escandalosos valores de reformas a ex altos responsáveis da Caixa Geral de Depósitos.
É o caso, após as recentes demissões ocorridas naquela instituição bancária, de Mira Amaral (ex-ministro de Cavaco Silva) a quem foi imediatamente atribuída uma reforma no valor de cerca de 3.600 contos (mais ou menos 18.200 euros) mensais, correspondente no fundamental a 90 por cento do seu vencimento no activo.
Mais se sabe, como observa o deputado do PCP, que a principesca reforma agora atribuída surge depois de aquele ter trabalhado no grupo público do sector financeiro menos de dois anos.
No requerimento entregue na Assembleia da República, Honório Novo afirma existirem outros casos semelhantes, lembrando que, entre Abril de 2002 e Julho de 2004, muitos outros altos dirigentes nomeados para a gestão de empresas públicas se afastaram ou foram afastados dos
respectivos cargos.
«Durante aquele lapso de tempo que coincidiu com o governo presidido por Durão Barroso houve lugar ao pagamento de indemnizações e/ou à fixação de valores para as reformas de um conjunto muito significativo de ex-gestores de empresas públicas nomeados pelo Estado», sustenta o deputado comunista, justificando assim a necessidade de «conhecer com mais rigor» quantos foram os altos responsáveis e quanto é que, globalmente, o Estado e as empresas públicas despenderam e despendem com o pagamento dessas indemnizações e reformas.
Honório Novo no requerimento endereçado ao Governo exigiu ainda saber qual foi o encargo global suportado pelas empresas públicas com os encargos decorrentes dessas indemnizações liquidadas durante aquele período de tempo.