«Inaceitável teimosia» do Governo
Carlos Carvalhas visitou a Escola Secundária António Arroio, em Lisboa, na quinta-feira, o dia da abertura oficial do ano lectivo. Em declarações à comunicação social, o líder do PCP considerou «inaceitável a teimosia» do Governo em impor esta data sabendo que cerca de 50 por cento dos professores não estão colocados e que a terceira fase do concurso só estará concluída em meados de Outubro.
«É necessário apurar as responsabilidades e o PSD não se pode eximir destas. O Governo pagou 600 mil euros a uma empresa privada e todos os dias surgem novos erros no concurso. Há responsabilidades do Ministério da Educação e da empresa», sustenta Carvalhas.
«Esta abertura do ano lectivo está irremediavelmente prejudicada, com consequências gravíssimas e difíceis de medir em toda a sua extensão. O facto de muitos professores continuarem sem saber onde vão ser colocados cria dificuldades insuperáveis, nomeadamente na programação das actividades escolares e na necessária empatia entre professores e alunos, sobretudo com os mais novos», afirmou.
Carlos Carvalhas declarou que «o Governo, com a Lei de Bases da Educação vetada, foi decidindo de forma avulsa, casuisticamente e isto contribui também para o agravamento da situação».
«É necessário apurar as responsabilidades e o PSD não se pode eximir destas. O Governo pagou 600 mil euros a uma empresa privada e todos os dias surgem novos erros no concurso. Há responsabilidades do Ministério da Educação e da empresa», sustenta Carvalhas.
«Esta abertura do ano lectivo está irremediavelmente prejudicada, com consequências gravíssimas e difíceis de medir em toda a sua extensão. O facto de muitos professores continuarem sem saber onde vão ser colocados cria dificuldades insuperáveis, nomeadamente na programação das actividades escolares e na necessária empatia entre professores e alunos, sobretudo com os mais novos», afirmou.
Carlos Carvalhas declarou que «o Governo, com a Lei de Bases da Educação vetada, foi decidindo de forma avulsa, casuisticamente e isto contribui também para o agravamento da situação».