CDU apela à igualdade
Os órgão de comunicação social, quer públicos, quer privados, tem na actualidade um papel fundamental e determinante da vida das sociedades. Sendo esta realidade uma evidência, tem grande importância política concreta garantir, de forma plena, que os meios de comunicação social, em períodos pré-eleitorais, contribuam para que todas as forças políticas concorrentes sejam tratadas com critérios iguais.
Por estas razões, a CDU dos Açores, em conferência de imprensa, realizada sexta-feira, exigiu um comportamento isento nas coberturas informativas de iniciativas pré-eleitorais. «Aos órgão de comunicação social é não só exigível um tratamento isento nas coberturas como é igualmente exigível a criação de condições de igualdade a todas as forças na divulgação das respectivas mensagens e propostas», disse, no início da iniciativa, José Decq Mota, Coordenador do PCP nos Açores, sublinhando que a CDU está disposta a participar em todas as entrevistas, debates, colóquios ou outras iniciativas pré-eleitorais, promovidas pelos órgão de comunicação social desde que sejam dadas condições semelhantes às outras forças concorrentes.
«A CDU dos Açores discorda frontalmente que sejam promovidos debates que privilegiem os líderes ou representantes das duas forças políticas com maior dimensão actual, nomeadamente os chamados debates “entre candidatos a presidentes” uma vez que, como se sabe, as eleições visam a definição da correlação de forças por via da eleição de deputados e só depois delas se sabe qual é, ou quais são os partidos, que podem aspirar a formar Governo e, para tal, indicar uma personalidade para o presidir», continuou Decq Mota.
Discriminações...
Por outro lado, continua, «transformar as eleições, abusivamente, em actos de escolha, em alternativas, das personalidades que lideram as forças políticas maiores é contribuir, objectivamente, para dificultar a opção do eleitorado pelas forças políticas que sendo embora mais pequenas são essenciais a mudanças e ao equilíbrio que é necessário. Nesta perspectiva lançar a falsa ideia que vai escolher no próximo dia 17 de Outubro o Presidente do Governo escondendo ou diminuindo o facto que se vão eleger, antes, 52 deputados, é apostar numa espécie de conservadorismo dos desequilíbrios com a agravante de se estar a ferir violentamente os direitos dos cidadãos em serem informados com verdade e os direitos de todas as forças políticas de serem tratadas com igualdade em especial nos períodos que antecedem as eleições».
Neste sentido, e no quadro da luta por uma sociedade verdadeiramente livre e não manipulada a CDU dos Açores recusa liminarmente «a eventual repetição de práticas anteriores dos órgãos públicos de comunicação social, RTP/Açores e RDP/Açores, de privilegiarem em debates radiofónicos ou televisivos os dois líderes dos partidos maiores, escolhendo para isso datas próximas mas anteriores do período oficial de campanha, como forma de iludir a lei que lhes proíbe tal prática discriminatória na campanha» e «reafirma a inteira disponibilidade para colaborar com todos os órgãos de comunicação social».
Por estas razões, a CDU dos Açores, em conferência de imprensa, realizada sexta-feira, exigiu um comportamento isento nas coberturas informativas de iniciativas pré-eleitorais. «Aos órgão de comunicação social é não só exigível um tratamento isento nas coberturas como é igualmente exigível a criação de condições de igualdade a todas as forças na divulgação das respectivas mensagens e propostas», disse, no início da iniciativa, José Decq Mota, Coordenador do PCP nos Açores, sublinhando que a CDU está disposta a participar em todas as entrevistas, debates, colóquios ou outras iniciativas pré-eleitorais, promovidas pelos órgão de comunicação social desde que sejam dadas condições semelhantes às outras forças concorrentes.
«A CDU dos Açores discorda frontalmente que sejam promovidos debates que privilegiem os líderes ou representantes das duas forças políticas com maior dimensão actual, nomeadamente os chamados debates “entre candidatos a presidentes” uma vez que, como se sabe, as eleições visam a definição da correlação de forças por via da eleição de deputados e só depois delas se sabe qual é, ou quais são os partidos, que podem aspirar a formar Governo e, para tal, indicar uma personalidade para o presidir», continuou Decq Mota.
Discriminações...
Por outro lado, continua, «transformar as eleições, abusivamente, em actos de escolha, em alternativas, das personalidades que lideram as forças políticas maiores é contribuir, objectivamente, para dificultar a opção do eleitorado pelas forças políticas que sendo embora mais pequenas são essenciais a mudanças e ao equilíbrio que é necessário. Nesta perspectiva lançar a falsa ideia que vai escolher no próximo dia 17 de Outubro o Presidente do Governo escondendo ou diminuindo o facto que se vão eleger, antes, 52 deputados, é apostar numa espécie de conservadorismo dos desequilíbrios com a agravante de se estar a ferir violentamente os direitos dos cidadãos em serem informados com verdade e os direitos de todas as forças políticas de serem tratadas com igualdade em especial nos períodos que antecedem as eleições».
Neste sentido, e no quadro da luta por uma sociedade verdadeiramente livre e não manipulada a CDU dos Açores recusa liminarmente «a eventual repetição de práticas anteriores dos órgãos públicos de comunicação social, RTP/Açores e RDP/Açores, de privilegiarem em debates radiofónicos ou televisivos os dois líderes dos partidos maiores, escolhendo para isso datas próximas mas anteriores do período oficial de campanha, como forma de iludir a lei que lhes proíbe tal prática discriminatória na campanha» e «reafirma a inteira disponibilidade para colaborar com todos os órgãos de comunicação social».