Sobre a demissão de Adelino Salvado
A comunicação feita pelo Primeiro Ministro, no dia 10 de Agosto, sobre a demissão de Adelino Salvado, não serviu para esclarecer como devia «sobre as circunstâncias» em que a mesma se deu, afirmou no mesmo dia o PCP, pela voz de Vítor Dias, da Comissão Política. Designadamente sobre se de facto o Governo retirou ou não a sua confiança ao antigo Director Nacional do Polícia Judiciária.
«Porque tinha de dizer alguma coisa», ironizou, o Primeiro Ministro anunciou, «em remake de um acto político hás meses oficiado pela ministra Celeste Cardona», que o Governo se propõe apresentar na AR propostas de lei relativas à área da Justiça, «com a enésima e já insuportável referência» a um suposto «acordo de regime».
«Nenhuma das questões» mais em evidência naqueles últimos dias «tem qualquer relação significativa com deficiências de legislação», sublinhou, por fim, aquele dirigente, reafirmando entretanto a disponibilidade do seu partido para «uma revisão ponderada de aspectos da legislação penal e processual penal, na base do único “pacto de regime” desejável, que são os princípios constitucionais sobre o sistema de justiça e os direitos dos cidadãos».
«Porque tinha de dizer alguma coisa», ironizou, o Primeiro Ministro anunciou, «em remake de um acto político hás meses oficiado pela ministra Celeste Cardona», que o Governo se propõe apresentar na AR propostas de lei relativas à área da Justiça, «com a enésima e já insuportável referência» a um suposto «acordo de regime».
«Nenhuma das questões» mais em evidência naqueles últimos dias «tem qualquer relação significativa com deficiências de legislação», sublinhou, por fim, aquele dirigente, reafirmando entretanto a disponibilidade do seu partido para «uma revisão ponderada de aspectos da legislação penal e processual penal, na base do único “pacto de regime” desejável, que são os princípios constitucionais sobre o sistema de justiça e os direitos dos cidadãos».