Elefanten encerra
A empresa de calçado Elefanten, sediada em Gaia (Seixezelo) e pertencente à multinacional britânica C&J Clark, vai encerrar, lançando no desemprego mais de 300 trabalhadores.
Há pouco mais de um ano, quando aquela multinacional encerrou a fábrica que possuía em Castelo de Paiva, o deputado do PCP dirigiu um requerimento na Assembleia da República, questionando o Governo sobre que medidas pensava tomar para que o mesmo não se repetisse na Elefanten. E, pouco depois, o porta-voz da C&J Clar Jonh Keery assegurava que aquela decisão não afectaria a Elefanten!
«A está o valor das garantias das multinacionais», denuncia a Comissão Concelhia de Vila Nova de Gaia do PCP que, a propósito destes encerramentos, lembra a posição dos partidos responsáveis por sucessivos governos quando da votação do projecto-lei do PCP que visava «regular os processos de deslocalização de empresas: ou se abstiveram, caso do PS, ou votaram contra, caso do PSD e do PP.
O PCP está preocupado com o crescente encerramento de empresas do sector produtivo e o aumento do desemprego no concelho e lembra que a Elefanten é o caso mais recente de um conjunto de outras empresas que ou fecharam as portas ou reduziram o número de trabalhadores. A Soures Moldes, de Arcozelo, a empresa de estatuária GaiaPol, sediada na Venda de Baixo/Pedroso, e a Camo são alguns exemplos de empresas que, nos últimos tempos, reduziram significativamente os seus efectivos.
Os índices de trabalho precário, por sua vez, têm vindo também a aumentar, sendo, em média, de cerca de 40 por cento nos hipermercados.
«Mais desemprego, mais trabalho precário e tudo se passa perante a manifesta indiferença da actual maioria da Câmara», acusa a Concelhia do PCP, garantindo que os seus eleitos na Assembleia Municipal não deixarão de levantar o problema na próxima reunião desse órgão autárquico. Mas é preciso, também – sublinha –, que os trabalhadores «levantem mais alto a sua voz contra a política de direita».
Há pouco mais de um ano, quando aquela multinacional encerrou a fábrica que possuía em Castelo de Paiva, o deputado do PCP dirigiu um requerimento na Assembleia da República, questionando o Governo sobre que medidas pensava tomar para que o mesmo não se repetisse na Elefanten. E, pouco depois, o porta-voz da C&J Clar Jonh Keery assegurava que aquela decisão não afectaria a Elefanten!
«A está o valor das garantias das multinacionais», denuncia a Comissão Concelhia de Vila Nova de Gaia do PCP que, a propósito destes encerramentos, lembra a posição dos partidos responsáveis por sucessivos governos quando da votação do projecto-lei do PCP que visava «regular os processos de deslocalização de empresas: ou se abstiveram, caso do PS, ou votaram contra, caso do PSD e do PP.
O PCP está preocupado com o crescente encerramento de empresas do sector produtivo e o aumento do desemprego no concelho e lembra que a Elefanten é o caso mais recente de um conjunto de outras empresas que ou fecharam as portas ou reduziram o número de trabalhadores. A Soures Moldes, de Arcozelo, a empresa de estatuária GaiaPol, sediada na Venda de Baixo/Pedroso, e a Camo são alguns exemplos de empresas que, nos últimos tempos, reduziram significativamente os seus efectivos.
Os índices de trabalho precário, por sua vez, têm vindo também a aumentar, sendo, em média, de cerca de 40 por cento nos hipermercados.
«Mais desemprego, mais trabalho precário e tudo se passa perante a manifesta indiferença da actual maioria da Câmara», acusa a Concelhia do PCP, garantindo que os seus eleitos na Assembleia Municipal não deixarão de levantar o problema na próxima reunião desse órgão autárquico. Mas é preciso, também – sublinha –, que os trabalhadores «levantem mais alto a sua voz contra a política de direita».