Trabalhistas perdem metade dos militantes
O partido do primeiro-ministro britânico, Tony Blair, perdeu metade dos militantes desde formou governo, na sequência das eleições de 1997, segundo dados da direcção do Labour, divulgados na passada semana pelo jornal londrino, Guardian.
Em Julho último, os ficheiros registavam 208 mil inscritos, mas excluindo os que tinham quotas em atraso há seis meses, restavam 190 mil. Quando Blair chegou ao poder, o partido contava com mais de 400 mil aderentes.
A guerra do Iraque é para o Guardian a principal causa da perda de apoio, no entanto, um estudo publicado na mesma semana dá conta do agravamento das desigualdades na Grã-Bretanha desde que os trabalhistas governo o país.
O fosso entre ricos e pobres agravou-se de forma geral, e a vida das pessoas é em grande parte determinada pela classe social a que pertencem e pela cor da pele, afirma o estudo intitulado «Repensar a justiça social», do Institute of Public Policy Reserarch.
Em 2003, 21 por cento das mulheres viviam em condições de pobreza, contra 19 por cento de homens. Em 2001, 23 por cento das crianças da Grã-Bretanha pertenciam a famílias com um rendimento igual ou inferior a 60 por cento do rendimento médio nacional, o que colocava o país no 11.º lugar na lista dos países da UE-15 com maior número de crianças afectadas pela pobreza.
Por ultimo, a percentagem de riqueza concentrada nos dez por cento mais ricos aumentou sensivelmente entre 1990 e 2000, passando de 47 para 54 por cento.
O director do instituto, Nick Pearce, recordou que apesar da «sua promessa de erradicar a pobreza das crianças, o governo não defende publicamente e de maneira coerente uma Grã-Bretanha mais justa e mais igual». Nesse sentido, Pearce considera que «o governo deve promover um debate público firmemente empenhado no sentido do progresso de modo a explicar, justificar e garantir um apoio em favor da justiça social»
Segundo uma sondagem divulgada pelo diário económico Financial Times, 32 por cento do eleitores britânicos acreditam que Tony Blair continua a ser o primeiro ministro mais competente. O seu adversário mais directo, o conservador Michael Howard recolhe apenas 21 por cento de opiniões favoráveis.
Em Julho último, os ficheiros registavam 208 mil inscritos, mas excluindo os que tinham quotas em atraso há seis meses, restavam 190 mil. Quando Blair chegou ao poder, o partido contava com mais de 400 mil aderentes.
A guerra do Iraque é para o Guardian a principal causa da perda de apoio, no entanto, um estudo publicado na mesma semana dá conta do agravamento das desigualdades na Grã-Bretanha desde que os trabalhistas governo o país.
O fosso entre ricos e pobres agravou-se de forma geral, e a vida das pessoas é em grande parte determinada pela classe social a que pertencem e pela cor da pele, afirma o estudo intitulado «Repensar a justiça social», do Institute of Public Policy Reserarch.
Em 2003, 21 por cento das mulheres viviam em condições de pobreza, contra 19 por cento de homens. Em 2001, 23 por cento das crianças da Grã-Bretanha pertenciam a famílias com um rendimento igual ou inferior a 60 por cento do rendimento médio nacional, o que colocava o país no 11.º lugar na lista dos países da UE-15 com maior número de crianças afectadas pela pobreza.
Por ultimo, a percentagem de riqueza concentrada nos dez por cento mais ricos aumentou sensivelmente entre 1990 e 2000, passando de 47 para 54 por cento.
O director do instituto, Nick Pearce, recordou que apesar da «sua promessa de erradicar a pobreza das crianças, o governo não defende publicamente e de maneira coerente uma Grã-Bretanha mais justa e mais igual». Nesse sentido, Pearce considera que «o governo deve promover um debate público firmemente empenhado no sentido do progresso de modo a explicar, justificar e garantir um apoio em favor da justiça social»
Segundo uma sondagem divulgada pelo diário económico Financial Times, 32 por cento do eleitores britânicos acreditam que Tony Blair continua a ser o primeiro ministro mais competente. O seu adversário mais directo, o conservador Michael Howard recolhe apenas 21 por cento de opiniões favoráveis.