FESAHT assume o combate ao Governo
A Federação dos Sindicatos de Alimentação, Bebidas, Hotelaria e Turismo de Portugal, tomou posição, no dia 27, sobre a demissão de Durão Barroso e a tomada de posse de Santana Lopes.
Na moção aprovada, o secretariado executivo da Federação considera que a política do novo Governo «mais não é que o prosseguimento das políticas que vinham a ser seguidas pelo governo anterior, às quais o Presidente da República devia ter posto termo convocando eleições antecipadas, o que lamentavelmente não fez», considera a moção.
São também recordadas as nefastas políticas do Governo PSD/PP, de que é exemplo flagrante o Código do Trabalho e a sua regulamentação que podem comprometer e bloquear a Contratação Colectiva, o agravamento das injustiças sociais e da carestia de vida, os baixos salários e as más condições de trabalho a diminuição das reformas e dos subsídios de desemprego e da qualidade dos serviços públicos de saúde.
Perante este quadro, o secretariado decidiu exigir o fim dos bloqueamentos à negociação colectiva e protestar contra as alterações orgânicas feitas no Ministério do Trabalho e na área das Pescas, que consideram ser um retrocesso e uma desvalorização do trabalho.
A moção termina manifestando total determinação em lutar e mobilizar os trabalhadores do sector para a luta em defesa dos seus direitos e interesses, e pela revogação do Código do Trabalho nas normas que comprometem a Contratação Colectiva.
Na moção aprovada, o secretariado executivo da Federação considera que a política do novo Governo «mais não é que o prosseguimento das políticas que vinham a ser seguidas pelo governo anterior, às quais o Presidente da República devia ter posto termo convocando eleições antecipadas, o que lamentavelmente não fez», considera a moção.
São também recordadas as nefastas políticas do Governo PSD/PP, de que é exemplo flagrante o Código do Trabalho e a sua regulamentação que podem comprometer e bloquear a Contratação Colectiva, o agravamento das injustiças sociais e da carestia de vida, os baixos salários e as más condições de trabalho a diminuição das reformas e dos subsídios de desemprego e da qualidade dos serviços públicos de saúde.
Perante este quadro, o secretariado decidiu exigir o fim dos bloqueamentos à negociação colectiva e protestar contra as alterações orgânicas feitas no Ministério do Trabalho e na área das Pescas, que consideram ser um retrocesso e uma desvalorização do trabalho.
A moção termina manifestando total determinação em lutar e mobilizar os trabalhadores do sector para a luta em defesa dos seus direitos e interesses, e pela revogação do Código do Trabalho nas normas que comprometem a Contratação Colectiva.