Sindicatos do Porto avisam Santana
A primeira passagem de Santana Lopes pelo Porto no dia 30, após ter sido nomeado primeiro-ministro, ficou marcada pela concentração convocada pela União dos Sindicatos do Porto/CGTP-IN, frente ao Palácio do Freixo, onde decorreu a primeira reunião oficial do Conselho de Ministros.
Uma delegação da USP entregou em mão a Santana Lopes, um documento que diagnostica a situação social do distrito, e exige que o Governo tome medidas para inverter a situação: 100 mil desempregados, mais 13 mil do que em 30 de Julho de 2003; a destruição do aparelho produtivo do distrito com o fim de empresas como a Brax, a Finex, a Valeo, a Narfil, a Alematex, a Growela, a Kikos, a Gabor e mais nove empresas, devidamente discriminadas; a ameaça que paira sobre a Elefanten, a Lear, o Jornal de Notícias, a Fábrica de conservas Madruga, a Lactogal, o STCP e as dispensas de trabalhadores em sociedades anónimas na área da saúde; e os cortes no subsídio de doença, «criando ainda mais dificuldades para quem o único rendimento é o salário.
A região tem também o 1.º lugar em falências com 601 em 2003, um quarto do total de falências no País.
A USP aponta como causas da situação a política do Governo e exige medidas concretas de valorização do factor trabalho com aumentos reais de salários, com apostas decisivas na modernização do aparelho produtivo, na formação de trabalhadores e respectiva qualificação, garantindo os direitos sociais e um verdadeiro e real aumento de produtividade e competitividade da economia.
Assim, a união sindical reclama a revogação das alterações ao regime do subsídio de doença, a suspensão das privatizações em curso, da Lei de Bases da Segurança Social, do plafonamento das pensões de reforma e das contribuições para a Segurança Social.
Pretendem ainda mais rigor e justiça fiscal, uma actualização intercalar do salário mínimo e a concretização prática do direito de acesso à Justiça e aos tribunais.
A USP pretende ainda a revogação das medidas mais gravosas do Código do Trabalho.
Na mesma tarde, Santana Lopes realizou a sua primeira audiência com as Centrais sindicais. A CGTP-IN fez-se representar pelo secretário-geral, Manuel Carvalho da Silva.
Três dias antes, CGTP e UGT admitiram a realização de acções conjuntas contra a política do novo Governo. «Vamos todos ter que agir», afirmou o representante da CGTP-IN, no final do encontro.
Uma delegação da USP entregou em mão a Santana Lopes, um documento que diagnostica a situação social do distrito, e exige que o Governo tome medidas para inverter a situação: 100 mil desempregados, mais 13 mil do que em 30 de Julho de 2003; a destruição do aparelho produtivo do distrito com o fim de empresas como a Brax, a Finex, a Valeo, a Narfil, a Alematex, a Growela, a Kikos, a Gabor e mais nove empresas, devidamente discriminadas; a ameaça que paira sobre a Elefanten, a Lear, o Jornal de Notícias, a Fábrica de conservas Madruga, a Lactogal, o STCP e as dispensas de trabalhadores em sociedades anónimas na área da saúde; e os cortes no subsídio de doença, «criando ainda mais dificuldades para quem o único rendimento é o salário.
A região tem também o 1.º lugar em falências com 601 em 2003, um quarto do total de falências no País.
A USP aponta como causas da situação a política do Governo e exige medidas concretas de valorização do factor trabalho com aumentos reais de salários, com apostas decisivas na modernização do aparelho produtivo, na formação de trabalhadores e respectiva qualificação, garantindo os direitos sociais e um verdadeiro e real aumento de produtividade e competitividade da economia.
Assim, a união sindical reclama a revogação das alterações ao regime do subsídio de doença, a suspensão das privatizações em curso, da Lei de Bases da Segurança Social, do plafonamento das pensões de reforma e das contribuições para a Segurança Social.
Pretendem ainda mais rigor e justiça fiscal, uma actualização intercalar do salário mínimo e a concretização prática do direito de acesso à Justiça e aos tribunais.
A USP pretende ainda a revogação das medidas mais gravosas do Código do Trabalho.
Na mesma tarde, Santana Lopes realizou a sua primeira audiência com as Centrais sindicais. A CGTP-IN fez-se representar pelo secretário-geral, Manuel Carvalho da Silva.
Três dias antes, CGTP e UGT admitiram a realização de acções conjuntas contra a política do novo Governo. «Vamos todos ter que agir», afirmou o representante da CGTP-IN, no final do encontro.