STAL condena privatização da água
O STAL manifestou-se, ontem, em Lisboa, contra a privatização de água e exigiu respostas concretas para as reivindicações do sector.
«Exija melhor gestão, diga não à privatização»
Mais de três centenas de delegados, dirigentes e activistas sindicais do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) concentraram-se, quarta-feira, em plenário, onde discutiram e aprovaram duas resoluções específicas, uma dirigida ao Ministro das Cidades, visando as reivindicações específicas dos trabalhadores do sector, outra dirigida ao Ministro do Ambiente, exigindo o abandono da estratégia privatizadora do sector da água.
«O STAL exige a implementação de um conjunto de medidas consensualizadas com a Associação Nacional de Municípios e com a Direcção Geral da Administração Local, no âmbito da Comissão Tripartida criada há mais de dois anos, para as quais existiam compromissos claros do anterior Secretário de Estado do Sector», denuncia o sindicato.
Reconversão profissional, correcção de anomalias e distorção do actual sistema de carreiras, uma valorização mínima de 10 pontos para os trabalhadores que não obtiveram qualquer valorização com a última revisão do sistema, uniformização do regime de progressão em três anos, transição para operário altamente qualificado e um outro conjunto de medidas legislativas ao nível das carreias profissionais, continuam assim a aguardar que o Governo e a maioria parlamentar que o sustenta queiram honrar os compromissos assumidos.
Em nota de imprensa, o STAL reafirma a exigência de um aumento mínimo e imediato de cinquenta euros para cada trabalhador e a valorização de um conjunto de carreiras do sector, de entre as quais se salienta as dos polícias e fiscais municipais, dos trabalhadores da educação e dos bombeiros profissionais, bem como a negociação de uma portaria regulamentadora dos trabalhadores ao serviço das associações humanitárias de bombeiros.
Defender a água pública
O sindicato exige ainda a anulação do calendário de privatização do sector da água, aprovado pelo governo do demissionário Durão Barroso, na Resolução do Conselho de Ministros n.º 72/2004, considerando que a estratégia definida por aquele documento para o sector se reveste de uma intolerável cedência aos interesses das multinacionais e preconiza o afastamento das autarquias da gestão da água.
Entretanto, ontem, o STAL deu início a uma campanha que nos próximos meses, levará a cabo para combater a privatização da água e do ambiente, com o lema «Exija melhor gestão, diga não à privatização».
No documento, o sindicato apela para que a população portuguesa «não deixe que um direito universal seja transformado em fonte de negócio», alertando ainda para o facto de que em Portugal e em termos internacionais «os processos de privatização da água deram lugar ao aumento das taxas e à diminuição de qualidade do serviço prestado».
Considerando que os grandes grupos económicos «têm agora no próprio Ministro do Ambiente um verdadeiro representante», o STAL alerta ainda para as ligações de Luís Nobre Guedes a empresas privadas com interesses no sector.
«O STAL exige a implementação de um conjunto de medidas consensualizadas com a Associação Nacional de Municípios e com a Direcção Geral da Administração Local, no âmbito da Comissão Tripartida criada há mais de dois anos, para as quais existiam compromissos claros do anterior Secretário de Estado do Sector», denuncia o sindicato.
Reconversão profissional, correcção de anomalias e distorção do actual sistema de carreiras, uma valorização mínima de 10 pontos para os trabalhadores que não obtiveram qualquer valorização com a última revisão do sistema, uniformização do regime de progressão em três anos, transição para operário altamente qualificado e um outro conjunto de medidas legislativas ao nível das carreias profissionais, continuam assim a aguardar que o Governo e a maioria parlamentar que o sustenta queiram honrar os compromissos assumidos.
Em nota de imprensa, o STAL reafirma a exigência de um aumento mínimo e imediato de cinquenta euros para cada trabalhador e a valorização de um conjunto de carreiras do sector, de entre as quais se salienta as dos polícias e fiscais municipais, dos trabalhadores da educação e dos bombeiros profissionais, bem como a negociação de uma portaria regulamentadora dos trabalhadores ao serviço das associações humanitárias de bombeiros.
Defender a água pública
O sindicato exige ainda a anulação do calendário de privatização do sector da água, aprovado pelo governo do demissionário Durão Barroso, na Resolução do Conselho de Ministros n.º 72/2004, considerando que a estratégia definida por aquele documento para o sector se reveste de uma intolerável cedência aos interesses das multinacionais e preconiza o afastamento das autarquias da gestão da água.
Entretanto, ontem, o STAL deu início a uma campanha que nos próximos meses, levará a cabo para combater a privatização da água e do ambiente, com o lema «Exija melhor gestão, diga não à privatização».
No documento, o sindicato apela para que a população portuguesa «não deixe que um direito universal seja transformado em fonte de negócio», alertando ainda para o facto de que em Portugal e em termos internacionais «os processos de privatização da água deram lugar ao aumento das taxas e à diminuição de qualidade do serviço prestado».
Considerando que os grandes grupos económicos «têm agora no próprio Ministro do Ambiente um verdadeiro representante», o STAL alerta ainda para as ligações de Luís Nobre Guedes a empresas privadas com interesses no sector.