Médicos mantêm greves
Médicos de quatro serviços do Hospital de São João, no Porto, vão iniciar no dia 27 um mês de greves, para exigir o pagamento de serviço prestado para o programa de combate às listas de espera. O pré-aviso de greve do Sindicato dos Médicos do Norte, citado pela Agência Lusa, explica que os clínicos com horário completo de 35 horas pretendem o pagamento de horas extra referentes ao período entre 1 de Janeiro de 2002 e 31 de Janeiro de 2003, pela tabela das 42 horas. A greve, que se prolongará até 25 de Agosto, abrange médicos de Ortopedia, Oftalmologia, Urologia e Cirurgia Plástica.
Um dirigente do SMN referiu que a greve foi convocada porque a Administração Regional de Saúde do Norte não respeitou um compromisso, celebrado por escrito, para decidir até 15 de Junho quanto ao direito destes médicos ao recebimento das horas extra pela tabela das 42 horas.
Noutro hospital central do Porto, o de Santo António, os médicos terminaram a 3 de Maio um período de 62 dias de greve, pelo mesmo motivo.
Nas três unidades do Centro Hospitalar de Lisboa (hospitais de S. José, Capuchos e Desterro), terminou sexta-feira um período de cinco dias de paralisações. Esta foi a segunda greve nos últimos dois meses e teve igualmente por objectivo protestar contra a falta de pagamento das horas extraordinárias realizadas na urgência pela tabela máxima do regime de trabalho médico. Em causa está o facto de os médicos que têm o horário de trabalho de 35 horas semanais não estarem ainda a receber as horas extra pela tabela máxima do regime de trabalho dos clínicos, que corresponde às 42 horas semanais, e também a recusa do Ministério da Saúde em pagar as horas extra realizadas em urgência aos médicos internos, considerados pela tutela ainda em formação.
Dependerá do resultado de reuniões, durante esta semana, envolvendo a ARS e a administração do CHL, a manutenção ou não de uma nova greve de cinco dias que o Sindicato dos Médicos da Zona Sul já convocou para a primeira semana de Agosto. Caso o problema não esteja resolvido até ao final do Verão, o SMZS admite apelar aos médicos para que, a partir de 1 de Outubro, recusem efectuar mais do que as 12 horas de trabalho extra por semana a que são legalmente obrigados.
Um dirigente do SMN referiu que a greve foi convocada porque a Administração Regional de Saúde do Norte não respeitou um compromisso, celebrado por escrito, para decidir até 15 de Junho quanto ao direito destes médicos ao recebimento das horas extra pela tabela das 42 horas.
Noutro hospital central do Porto, o de Santo António, os médicos terminaram a 3 de Maio um período de 62 dias de greve, pelo mesmo motivo.
Nas três unidades do Centro Hospitalar de Lisboa (hospitais de S. José, Capuchos e Desterro), terminou sexta-feira um período de cinco dias de paralisações. Esta foi a segunda greve nos últimos dois meses e teve igualmente por objectivo protestar contra a falta de pagamento das horas extraordinárias realizadas na urgência pela tabela máxima do regime de trabalho médico. Em causa está o facto de os médicos que têm o horário de trabalho de 35 horas semanais não estarem ainda a receber as horas extra pela tabela máxima do regime de trabalho dos clínicos, que corresponde às 42 horas semanais, e também a recusa do Ministério da Saúde em pagar as horas extra realizadas em urgência aos médicos internos, considerados pela tutela ainda em formação.
Dependerá do resultado de reuniões, durante esta semana, envolvendo a ARS e a administração do CHL, a manutenção ou não de uma nova greve de cinco dias que o Sindicato dos Médicos da Zona Sul já convocou para a primeira semana de Agosto. Caso o problema não esteja resolvido até ao final do Verão, o SMZS admite apelar aos médicos para que, a partir de 1 de Outubro, recusem efectuar mais do que as 12 horas de trabalho extra por semana a que são legalmente obrigados.