Criticas sustentadas
O vereador da CDU na Câmara do Porto criticou o seu homólogo Paulo Morais (PSD/CDS- PP), afirmando que as suas políticas da habitação «vão ao contrário daquilo que a cidade necessita».
Ao contrário daquilo que a cidade necessita
Rui Sá falava aos jornalistas após visitar, no domingo, o bairro do Viso, onde afirmou existirem 229 lugares de garagem por conceder aos moradores e que poderiam estar a ser alugados por 35 euros/mês. «Estes lugares de estacionamento poderiam ser uma fonte de receita para a autarquia se estivessem atribuídos», defendeu o autarca comunista.
Para o vereador, numa altura em que a Câmara do Porto está mal de finanças, o que interessa é rentabilizar. «A forma de aplicação das políticas de habitação vai ao contrário daquilo que a cidade necessita», disse, acrescentando que algumas das directivas de Paulo Morais são «a negação da política de habitação».
Outra das chamadas de atenção que Rui Sá fez durante a visita prendeu-se com o «estado de abandono» daquele bairro, nomeadamente com a falta de aproveitamento dos baixos das torres, que ainda se encontram devolutos e, consequentemente, sujeitos a actos de vandalismo.
O autarca da CDU defendeu ainda a celebração de protocolos de cooperação com o condomínio de cada uma das torres do bairro, por forma a que a autarquia se responsabilize por colocar em funcionamento os sistemas de rega e dar as flores/plantas e os moradores assumam a manutenção daqueles espaços verdes.
A inexistência de um parque infantil foi um dos temas abordado pelos moradores, tendo Rui Sá prometido encaminhar o assunto na autarquia. Após visitar o Viso, o comunista deslocou-se ao bairro das Antas, onde, adiantou, «existem 138 lugares de garagem e 39 arrumos por conceder aos moradores».
Para o vereador, numa altura em que a Câmara do Porto está mal de finanças, o que interessa é rentabilizar. «A forma de aplicação das políticas de habitação vai ao contrário daquilo que a cidade necessita», disse, acrescentando que algumas das directivas de Paulo Morais são «a negação da política de habitação».
Outra das chamadas de atenção que Rui Sá fez durante a visita prendeu-se com o «estado de abandono» daquele bairro, nomeadamente com a falta de aproveitamento dos baixos das torres, que ainda se encontram devolutos e, consequentemente, sujeitos a actos de vandalismo.
O autarca da CDU defendeu ainda a celebração de protocolos de cooperação com o condomínio de cada uma das torres do bairro, por forma a que a autarquia se responsabilize por colocar em funcionamento os sistemas de rega e dar as flores/plantas e os moradores assumam a manutenção daqueles espaços verdes.
A inexistência de um parque infantil foi um dos temas abordado pelos moradores, tendo Rui Sá prometido encaminhar o assunto na autarquia. Após visitar o Viso, o comunista deslocou-se ao bairro das Antas, onde, adiantou, «existem 138 lugares de garagem e 39 arrumos por conceder aos moradores».