Três semanas
Se fazemos bem as contas, a partir de hoje faltam exactamente três semanas e dois dias para 13 de Junho, dia (ao que parece, ainda pouco conhecido) de votação nas eleições para o Parlamento Europeu.
Restam-nos portanto três semanas para levar muito mais longe a persistente e diversificada acção de esclarecimento em que o PCP e os seus aliados na CDU estão desde há meses activamente empenhados, discutindo com seriedade os problemas nacionais, as questões europeias e a sua íntima relação, por muito que os cegos pelo preconceito do costume nada pareçam ver.
Restam-nos portanto três semanas para, sem nos deixarmos intimidar pelas sentenças que povoam o espaço mediático e sem confundirmos os portugueses com os comentadores cujo contacto com a realidade se faz sobretudo lendo-se uns aos outros, insistirmos infatigavelmente em que estas eleições são para o Parlamento Europeu mas não se realizam dentro de nenhuma redoma e, que por isso, é crucial que os cidadãos levem agora a sua indignação, o seu descontentamento e a sua luta contra a política do Governo até as urnas de voto. E que o façam votando CDU, isto é, votando nos que, de longe, foram os mais activos, coerentes e solidários com essa indignação, esse descontentamento e essa luta.
Restam-nos portanto três semanas para, pelo trabalho, energia e convicção que colocarmos nesta batalha eleitoral, construirmos um bom resultado para a CDU que, para além de outras bem mais importantes finalidades, sirva ainda de lição a tantos profetas da nossa desgraça e a tantos propagandistas de êxitos antecipadamente garantidos para outros que, também por essa via, assim indirectamente confessam que, à esquerda, só o êxito e reforço da CDU verdadeiramente incomodarão os interesses instalados e as políticas dominantes.
Restam-nos pois três semanas para vencer desatenções e distracções, desarmar argumentos de desistência, desânimo e cansaço e, por cima de tudo isso, fazer ver a todos os portugueses que já confiaram na CDU e a muitíssimos outros que nela podem vir a confiar que, mesmo que digam que se interessam pouco ou quase nada pelo Parlamento Europeu e pela Europa, se faltarem com o seu voto na CDU só estarão a dar mais força aos que há tanto tempo ofendem as suas melhores aspirações e agridem a sua vida.
Há muito para fazer nestas três semanas e dois dias que faltam. Mas tudo deve servir o que vai ser decisivo para um merecido êxito da CDU: nem mais nem menos, a criação de uma firme e resoluta corrente de vontade e sentido de responsabilidade entre os eleitores desta área política para a sua comparência massiva nas urnas.
Restam-nos portanto três semanas para levar muito mais longe a persistente e diversificada acção de esclarecimento em que o PCP e os seus aliados na CDU estão desde há meses activamente empenhados, discutindo com seriedade os problemas nacionais, as questões europeias e a sua íntima relação, por muito que os cegos pelo preconceito do costume nada pareçam ver.
Restam-nos portanto três semanas para, sem nos deixarmos intimidar pelas sentenças que povoam o espaço mediático e sem confundirmos os portugueses com os comentadores cujo contacto com a realidade se faz sobretudo lendo-se uns aos outros, insistirmos infatigavelmente em que estas eleições são para o Parlamento Europeu mas não se realizam dentro de nenhuma redoma e, que por isso, é crucial que os cidadãos levem agora a sua indignação, o seu descontentamento e a sua luta contra a política do Governo até as urnas de voto. E que o façam votando CDU, isto é, votando nos que, de longe, foram os mais activos, coerentes e solidários com essa indignação, esse descontentamento e essa luta.
Restam-nos portanto três semanas para, pelo trabalho, energia e convicção que colocarmos nesta batalha eleitoral, construirmos um bom resultado para a CDU que, para além de outras bem mais importantes finalidades, sirva ainda de lição a tantos profetas da nossa desgraça e a tantos propagandistas de êxitos antecipadamente garantidos para outros que, também por essa via, assim indirectamente confessam que, à esquerda, só o êxito e reforço da CDU verdadeiramente incomodarão os interesses instalados e as políticas dominantes.
Restam-nos pois três semanas para vencer desatenções e distracções, desarmar argumentos de desistência, desânimo e cansaço e, por cima de tudo isso, fazer ver a todos os portugueses que já confiaram na CDU e a muitíssimos outros que nela podem vir a confiar que, mesmo que digam que se interessam pouco ou quase nada pelo Parlamento Europeu e pela Europa, se faltarem com o seu voto na CDU só estarão a dar mais força aos que há tanto tempo ofendem as suas melhores aspirações e agridem a sua vida.
Há muito para fazer nestas três semanas e dois dias que faltam. Mas tudo deve servir o que vai ser decisivo para um merecido êxito da CDU: nem mais nem menos, a criação de uma firme e resoluta corrente de vontade e sentido de responsabilidade entre os eleitores desta área política para a sua comparência massiva nas urnas.