Aumento do salário mínimo
O PCP propôs ontem na Assembleia da República um aumento intercalar do salário mínimo nacional. O anúncio foi feito pelo líder parlamentar comunista, Bernardino Soares, no decurso da interpelação ao Governo agendada por iniciativa da sua bancada.
Com esta medida concreta, como o próprio antecipou ao Avante! na antevéspera do debate, visado é o objectivo de minorar os efeitos negativos da profunda crise que afecta a economia nacional, o aparelho produtivo e a vida dos portugueses. Uma crise que, na perspectiva dos comunistas, é em larguíssima medida uma consequência da política económica e social levada a cabo por este Governo.
Este foi de resto o tema que presidiu à interpelação do PCP, onde foi posto em evidência o quadro de dificuldades que se faz sentir nos mais variados domínios e sectores.
Dificuldades e problemas que podem ser testemunhados, entre tantos outros exemplos, no agravamento do desemprego, no aumento das falências, no encerramento e deslocalização de empresas, nos baixos salários, nas reformas de miséria, na diminuição de direitos fundamentais dos trabalhadores, na política de desresponsabilização do Estado em áreas fundamentais como a saúde e a educação.
Uma crise que afecta a economia nacional e que, em síntese, tem a sua expressão mais dramática no agravamento das condições de vida dos portugueses, na dificuldade no acesso aos bens essenciais, no desemprego e na pobreza.
Foi com esta realidade que a bancada comunista confrontou o Governo, mostrando, simultaneamente, como se acentuaram as desigualdades na distribuição da
riqueza, ou seja, como em paralelo com os problemas associados ao desemprego e à pobreza cresceram os lucros dos grandes grupos económicos.
Com esta medida concreta, como o próprio antecipou ao Avante! na antevéspera do debate, visado é o objectivo de minorar os efeitos negativos da profunda crise que afecta a economia nacional, o aparelho produtivo e a vida dos portugueses. Uma crise que, na perspectiva dos comunistas, é em larguíssima medida uma consequência da política económica e social levada a cabo por este Governo.
Este foi de resto o tema que presidiu à interpelação do PCP, onde foi posto em evidência o quadro de dificuldades que se faz sentir nos mais variados domínios e sectores.
Dificuldades e problemas que podem ser testemunhados, entre tantos outros exemplos, no agravamento do desemprego, no aumento das falências, no encerramento e deslocalização de empresas, nos baixos salários, nas reformas de miséria, na diminuição de direitos fundamentais dos trabalhadores, na política de desresponsabilização do Estado em áreas fundamentais como a saúde e a educação.
Uma crise que afecta a economia nacional e que, em síntese, tem a sua expressão mais dramática no agravamento das condições de vida dos portugueses, na dificuldade no acesso aos bens essenciais, no desemprego e na pobreza.
Foi com esta realidade que a bancada comunista confrontou o Governo, mostrando, simultaneamente, como se acentuaram as desigualdades na distribuição da
riqueza, ou seja, como em paralelo com os problemas associados ao desemprego e à pobreza cresceram os lucros dos grandes grupos económicos.