Manifestação nacional quarta-feira
No dia 19 de Maio, trabalhadores da Administração Pública de todo o País e dos diferentes sectores concentram-se em Lisboa, na Praça dos Restauradores, a partir das 14.30 horas. A manifestação nacional, convocada pela Frente Comum dos Sindicatos, parte daqui em direcção à residência oficial do primeiro-ministro.
A mobilização para esta jornada tem vindo a decorrer desde 22 de Abril, quando teve lugar um plenário de dirigentes, delegados e activistas dos sindicatos que integram a Frente. Nessa reunião foi ratificada a decisão da coordenadora de exigir «um aumento real e geral de salários, de 50 euros por mês, com incidência no segundo semestre de 2004, para todos os trabalhadores da Administração Pública».
Como objectivos para a manifestação de dia 19, foram apontados a defesa dos direitos, um aumento geral de salários, a defesa das funções sociais do Estado e «outra política e outro Governo, consonantes com os ideais de Abril» – lê-se na resolução então aprovada.
No entender dos sindicatos, é cada vez mais evidente a ofensiva do Governo PSD/PP contra os trabalhadores da Administração Pública e as funções sociais do Estado, que traz resultados desastrosos. As opções privatizadoras traduzem-se em degradação e encarecimento de serviços e na redução da universalidade do acesso. A subversão do modelo social consagrado na Constituição, se fosse levada às últimas consequências, eliminaria pilares fundamentais do Estado Democrático emergente da Revolução de Abril. Os trabalhadores da Administração Pública são usados como bodes expiatórios dos efeitos nefastos das opções governamentais.
É neste contexto – denunciou a Frente Comum – que ocorrem sucessivas reduções e congelamentos dos salários reais, das progressões e das promoções, a partidarização dos lugares de chefia, o ataque ao vínculo de emprego público, a redução dos direitos à aposentação, a redução das comparticipações da ADSE, a tentativa de eliminar direitos individuais e colectivos através da aplicação de um Código de Trabalho com medidas ainda mais negativas do que as previstas para o sector privado e uma escalada intimidatória, através da criação de supranumerários e da proliferação de processos disciplinares.
A mobilização para esta jornada tem vindo a decorrer desde 22 de Abril, quando teve lugar um plenário de dirigentes, delegados e activistas dos sindicatos que integram a Frente. Nessa reunião foi ratificada a decisão da coordenadora de exigir «um aumento real e geral de salários, de 50 euros por mês, com incidência no segundo semestre de 2004, para todos os trabalhadores da Administração Pública».
Como objectivos para a manifestação de dia 19, foram apontados a defesa dos direitos, um aumento geral de salários, a defesa das funções sociais do Estado e «outra política e outro Governo, consonantes com os ideais de Abril» – lê-se na resolução então aprovada.
No entender dos sindicatos, é cada vez mais evidente a ofensiva do Governo PSD/PP contra os trabalhadores da Administração Pública e as funções sociais do Estado, que traz resultados desastrosos. As opções privatizadoras traduzem-se em degradação e encarecimento de serviços e na redução da universalidade do acesso. A subversão do modelo social consagrado na Constituição, se fosse levada às últimas consequências, eliminaria pilares fundamentais do Estado Democrático emergente da Revolução de Abril. Os trabalhadores da Administração Pública são usados como bodes expiatórios dos efeitos nefastos das opções governamentais.
É neste contexto – denunciou a Frente Comum – que ocorrem sucessivas reduções e congelamentos dos salários reais, das progressões e das promoções, a partidarização dos lugares de chefia, o ataque ao vínculo de emprego público, a redução dos direitos à aposentação, a redução das comparticipações da ADSE, a tentativa de eliminar direitos individuais e colectivos através da aplicação de um Código de Trabalho com medidas ainda mais negativas do que as previstas para o sector privado e uma escalada intimidatória, através da criação de supranumerários e da proliferação de processos disciplinares.