Protesto sai à rua
A CGTP saudou, em comunicado, a «participação entusiástica de centenas de milhar de trabalhadores e suas famílias» na jornada do 1.º de Maio e lembrou que outras lutas vão fazer o protesto sair à rua.
«Muitas outras jornadas de luta se irão desenrolar em diversos sectores»
Com destaque para a «grandiosa manifestação de Lisboa», a Intersindical sublinha que as comemorações do Dia Internacional do Trabalhador ficaram marcadas pela participação popular nas ruas, respondendo às mais de 60 iniciativas dinamizadas pela Inter em todo o País.
Muito embora os órgãos de comunicação social não tenham dado a merecida cobertura, facto que traduz «um procedimento orientado no sentido da desvalorizar as acções dos trabalhadores e do movimento sindical», a CGTP considera que a resposta dos trabalhadores ao apelo «Pelo Pão, pelo Trabalho, pela Paz» foi uma afirmação da justeza das reivindicações por melhores condições de vida, na defesa dos direitos laborais, sociais e dos serviços públicos, e por uma outra política e um outro Governo.
Na agenda dos protestos, tal como foi aprovado no 1.º de Maio, estão marcadas para 13 de Maio, data da votação da proposta de regulamentação do Código de Trabalho, uma concentração junto à Assembleia da República, e para 19 do mesmo mês, uma manifestação nacional dos funcionários da Administração Pública.
De sublinhar ainda a realização de três tribunas públicas sobre a situação do Ensino, da Administração Local e das políticas de Saúde, respectivamente, em Viseu, no próximo dia 10, no Porto, a 13, e em Coimbra a 18 de Maio.
Determinados na luta
A par das iniciativas acima enunciadas, muitas outras jornadas de luta se irão desenrolar em diversos sectores de actividade.
A Festru/CGTP-IN anunciou a manutenção das acções de protesto anteriormente marcadas na Carris, respondendo ao Conselho de Administração que não só não acolheu nenhuma das propostas da Federação sindical em sede de conciliação, no Ministério do Trabalho, como insiste no plano de reestruturação da empresa.
Assim, os trabalhadores da Carris vão estar em greve no próximo dia 12, concentrando-se em Santo Amaro para, seguidamente, se deslocarem em protesto até à residência oficial do Presidente da República.
A paralisação irá estender-se aos próximos dias 21 e 28 de Maio e, no mês de Junho, nos dias 16 e 24, estando por agendar uma reunião entre a Festru e a Comissão de Trabalhadores da Carris para equacionar a intensificação das formas de luta durante o mês de Junho.
No sector dos transportes ferroviários, o SNTSF propôs aos trabalhadores da EMEF a marcação de uma greve para a primeira quinzena do mês de Maio, cujo data concreta se previa apontar na reunião da Direcção Nacional do sindicato, agendada para ontem. Em causa estão a redução dos postos de trabalho, a recusa da administração da EMEF em vincular os trabalhadores com contratos precários, a valorização salarial e o estatuto das carreiras.
Na Figueira da Foz, o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Vidreira convocou uma reunião com os trabalhadores da já falida Vidreira da Fontanela. O plenário, a realizar hoje no pavilhão do Grupo Recreativo Vila Verdense pretende dar nota da situação vivida pelos ex-trabalhadores daquela empresa, que há 20 anos, esperam pelo recebimento dos créditos devidos.
Muito embora os órgãos de comunicação social não tenham dado a merecida cobertura, facto que traduz «um procedimento orientado no sentido da desvalorizar as acções dos trabalhadores e do movimento sindical», a CGTP considera que a resposta dos trabalhadores ao apelo «Pelo Pão, pelo Trabalho, pela Paz» foi uma afirmação da justeza das reivindicações por melhores condições de vida, na defesa dos direitos laborais, sociais e dos serviços públicos, e por uma outra política e um outro Governo.
Na agenda dos protestos, tal como foi aprovado no 1.º de Maio, estão marcadas para 13 de Maio, data da votação da proposta de regulamentação do Código de Trabalho, uma concentração junto à Assembleia da República, e para 19 do mesmo mês, uma manifestação nacional dos funcionários da Administração Pública.
De sublinhar ainda a realização de três tribunas públicas sobre a situação do Ensino, da Administração Local e das políticas de Saúde, respectivamente, em Viseu, no próximo dia 10, no Porto, a 13, e em Coimbra a 18 de Maio.
Determinados na luta
A par das iniciativas acima enunciadas, muitas outras jornadas de luta se irão desenrolar em diversos sectores de actividade.
A Festru/CGTP-IN anunciou a manutenção das acções de protesto anteriormente marcadas na Carris, respondendo ao Conselho de Administração que não só não acolheu nenhuma das propostas da Federação sindical em sede de conciliação, no Ministério do Trabalho, como insiste no plano de reestruturação da empresa.
Assim, os trabalhadores da Carris vão estar em greve no próximo dia 12, concentrando-se em Santo Amaro para, seguidamente, se deslocarem em protesto até à residência oficial do Presidente da República.
A paralisação irá estender-se aos próximos dias 21 e 28 de Maio e, no mês de Junho, nos dias 16 e 24, estando por agendar uma reunião entre a Festru e a Comissão de Trabalhadores da Carris para equacionar a intensificação das formas de luta durante o mês de Junho.
No sector dos transportes ferroviários, o SNTSF propôs aos trabalhadores da EMEF a marcação de uma greve para a primeira quinzena do mês de Maio, cujo data concreta se previa apontar na reunião da Direcção Nacional do sindicato, agendada para ontem. Em causa estão a redução dos postos de trabalho, a recusa da administração da EMEF em vincular os trabalhadores com contratos precários, a valorização salarial e o estatuto das carreiras.
Na Figueira da Foz, o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Vidreira convocou uma reunião com os trabalhadores da já falida Vidreira da Fontanela. O plenário, a realizar hoje no pavilhão do Grupo Recreativo Vila Verdense pretende dar nota da situação vivida pelos ex-trabalhadores daquela empresa, que há 20 anos, esperam pelo recebimento dos créditos devidos.