Europa dos trabalhadores
A CGTP-IN divulgou sexta-feira uma carta-aberta dirigida aos candidatos a deputados ao Parlamento Europeu.
No documento, a central reafirma pugnar por uma União Europeia «com direitos reforçados e efectivos dos trabalhadores», «com pleno emprego e crescimento sustentado», «com um Tratado de forte dimensão social, para uma União de instituições eficazes, transparentes e democráticas», «com igualdade de oportunidades para todos», «com sistemas públicos universais e solidários de Segurança Social», «com desenvolvimento sustentável», «com serviços públicos de qualidade e acessíveis a todos, nomeadamente na saúde e na educação», «com serviços de interesse geral sólidos e sustentados, designadamente nos transportes, energia e telecomunicações», «com mobilidade e igualdade de direitos sociais e laborais dos trabalhadores comunitários e não comunitários» e «com o reforço dos direitos sindicais transnacionais».
A central afirma que «os trabalhadores portugueses querem um Parlamento Europeu onde as suas principais preocupações e anseios estejam sempre presentes» e «necessitam de deputados europeus identificados com as suas mais profundas aspirações e que intervenham em defesa dos seus legítimos interesses e direitos».
Na carta-aberta exige-se a salvaguarda dos valores que integram o chamado modelo social europeu, «alvo de uma poderosa ofensiva neoliberal por parte do patronato e dos governos». São expressas preocupações e propostas relativamente a temas de especial actualidade, como a revisão dos tratados, o processo de alargamento da UE e a tradução das políticas da União na realidade concreta do nosso país.
No documento, a central reafirma pugnar por uma União Europeia «com direitos reforçados e efectivos dos trabalhadores», «com pleno emprego e crescimento sustentado», «com um Tratado de forte dimensão social, para uma União de instituições eficazes, transparentes e democráticas», «com igualdade de oportunidades para todos», «com sistemas públicos universais e solidários de Segurança Social», «com desenvolvimento sustentável», «com serviços públicos de qualidade e acessíveis a todos, nomeadamente na saúde e na educação», «com serviços de interesse geral sólidos e sustentados, designadamente nos transportes, energia e telecomunicações», «com mobilidade e igualdade de direitos sociais e laborais dos trabalhadores comunitários e não comunitários» e «com o reforço dos direitos sindicais transnacionais».
A central afirma que «os trabalhadores portugueses querem um Parlamento Europeu onde as suas principais preocupações e anseios estejam sempre presentes» e «necessitam de deputados europeus identificados com as suas mais profundas aspirações e que intervenham em defesa dos seus legítimos interesses e direitos».
Na carta-aberta exige-se a salvaguarda dos valores que integram o chamado modelo social europeu, «alvo de uma poderosa ofensiva neoliberal por parte do patronato e dos governos». São expressas preocupações e propostas relativamente a temas de especial actualidade, como a revisão dos tratados, o processo de alargamento da UE e a tradução das políticas da União na realidade concreta do nosso país.