Pelo emprego e direitos sociais
Centenas de milhares de manifestantes protestaram na Alemanha, Itália e França contra as reformas dos sistemas de pensões, saúde e das leis laborais.
No âmbito da jornada convocada pela Confederação Europeia de Sindicatos no passado sábado, 3, registaram-se gigantescas manifestações em Berlim, com 200 mil pessoas, em Colónia, com 120 mil, e em Estugarda, com 100 mil. Segundo os sindicatos, as reformas do governo social-democrata do chanceler Gerhard Schroeder, provocaram uma acentuada redução nos rendimentos dos reformados e nos subsídios de desemprego, ao mesmo tempo que impuseram uma subida das comparticipações nos cuidados médicos e medicamentos. Apesar dos protestos maciços, o governo alemão ignora as reivindicações sindicais e reafirma que a intenção de prosseguir as políticas de cortes sociais.
Em Itália, cerca de meio milhão de pessoas desfilaram em Roma, contestando o projecto de governamental de aumentar a idade mínima de reforma, bem como a recente iniciativa do executivo de Berlusconi de reduzir de impostos, medida que irá beneficiar sobretudo os mais ricos.
Em França, as mobilizações tiveram uma expressão mais reduzida, registando-se um desfile nas ruas de Paris com 10 mil pessoas, de acordo com dados sindicais, duas mil em Lyon e cera de 3500 em Rouen.
No âmbito da jornada convocada pela Confederação Europeia de Sindicatos no passado sábado, 3, registaram-se gigantescas manifestações em Berlim, com 200 mil pessoas, em Colónia, com 120 mil, e em Estugarda, com 100 mil. Segundo os sindicatos, as reformas do governo social-democrata do chanceler Gerhard Schroeder, provocaram uma acentuada redução nos rendimentos dos reformados e nos subsídios de desemprego, ao mesmo tempo que impuseram uma subida das comparticipações nos cuidados médicos e medicamentos. Apesar dos protestos maciços, o governo alemão ignora as reivindicações sindicais e reafirma que a intenção de prosseguir as políticas de cortes sociais.
Em Itália, cerca de meio milhão de pessoas desfilaram em Roma, contestando o projecto de governamental de aumentar a idade mínima de reforma, bem como a recente iniciativa do executivo de Berlusconi de reduzir de impostos, medida que irá beneficiar sobretudo os mais ricos.
Em França, as mobilizações tiveram uma expressão mais reduzida, registando-se um desfile nas ruas de Paris com 10 mil pessoas, de acordo com dados sindicais, duas mil em Lyon e cera de 3500 em Rouen.