Contra os despedimentos na Lee
«Não é com despedimentos que se desenvolve a economia do País», afirma o Colectivo da Juventude Trabalhadora de Évora da JCP, numa nota à imprensa, em que se solidariza com os 50 trabalhadores despedidos na semana passada pela Lee.
A multinacional norte-americana prevê despedir mais algumas dezenas de funcionários, uma posição contestada pelos jovens comunistas. «Os trabalhadores não devem assinar o seu despedimento. Devemos mobilizar-nos para a luta pelos postos de trabalho e pelos nosso direitos», consideram.
A JCP apela a que todos os jovens trabalhadores se unam, se organizem sindicalmente e exijam que a Lee respeite o emprego e valorize o trabalho e as retribuições dos trabalhadores. «Temos de fazer ouvir a nossa voz contra o desemprego junto dos deputados da Assembleia da República, dos Governos, dos eurodeputados e de todas as entidades de poder», defende a organização.
«Os despedimentos em massa que se verificam em Portugal são da responsabilidade do capital, mas também das políticas neoliberais implementadas pelos sucessivos governos. O Governo assiste à fuga das multinacionais e não faz nada pela defesa dos interesses dos jovens trabalhadores, compactuando dessa forma com a precariedade e o desemprego», acusa a JCP.
A multinacional norte-americana prevê despedir mais algumas dezenas de funcionários, uma posição contestada pelos jovens comunistas. «Os trabalhadores não devem assinar o seu despedimento. Devemos mobilizar-nos para a luta pelos postos de trabalho e pelos nosso direitos», consideram.
A JCP apela a que todos os jovens trabalhadores se unam, se organizem sindicalmente e exijam que a Lee respeite o emprego e valorize o trabalho e as retribuições dos trabalhadores. «Temos de fazer ouvir a nossa voz contra o desemprego junto dos deputados da Assembleia da República, dos Governos, dos eurodeputados e de todas as entidades de poder», defende a organização.
«Os despedimentos em massa que se verificam em Portugal são da responsabilidade do capital, mas também das políticas neoliberais implementadas pelos sucessivos governos. O Governo assiste à fuga das multinacionais e não faz nada pela defesa dos interesses dos jovens trabalhadores, compactuando dessa forma com a precariedade e o desemprego», acusa a JCP.