Governo prejudica jovens
Os participantes do Encontro Regional do Algarve da JCP afirmam que «o actual Governo concretizou um conjunto de medidas com consequências muito negativas para a situação dos jovens portugueses». Exemplos deste retrocesso são a crescente elitização e privatização do ensino e o entrave ao prosseguimento dos estudos, o aumento das propinas, o crescimento da precariedade do emprego juvenil, o fim do crédito bonificado para a habitação jovem e a elevação do custo de vida.
No encontro – que se realizou no sábado, no centro de trabalho de Faro do PCP –, uma das questões mais desenvolvidas foi a luta estudantil na Universidade do Algarve. O aumento das propinas nesta instituição agravou a situação da maioria dos estudantes. Cerca de 60 por cento são deslocados, mas apenas 10 por cento tem apoio da acção social em alojamento. Apesar das propinas, existem várias insuficiências nas instalações e no material de estudo.
Os militantes da JCP tiveram um «papel determinante» na luta contra o Governo, desenvolvendo uma campanha própria. «Os estudantes deram boa resposta, obrigando a Associação Académica a ter uma postura mais contestatária e activa, embora nos momentos decisivos esta tenha sempre tentado “resfriar” a contestação», refere a resolução política aprovada.
A precariedade laboral que afecta os jovens foi outra questão em debate. «O Algarve apresenta características específicas relacionadas com o trabalho sazonal. Milhares de jovens são recrutados todos os Verões para trabalhar num espaço de dois meses, numa situação de precariedade acentuada, já que a ausência de contratos é generalizada. O número de horas diárias de trabalho são excessivas e direitos (como a consideração de trabalho nocturno) são uma miragem», refere o documento.
No encontro – que se realizou no sábado, no centro de trabalho de Faro do PCP –, uma das questões mais desenvolvidas foi a luta estudantil na Universidade do Algarve. O aumento das propinas nesta instituição agravou a situação da maioria dos estudantes. Cerca de 60 por cento são deslocados, mas apenas 10 por cento tem apoio da acção social em alojamento. Apesar das propinas, existem várias insuficiências nas instalações e no material de estudo.
Os militantes da JCP tiveram um «papel determinante» na luta contra o Governo, desenvolvendo uma campanha própria. «Os estudantes deram boa resposta, obrigando a Associação Académica a ter uma postura mais contestatária e activa, embora nos momentos decisivos esta tenha sempre tentado “resfriar” a contestação», refere a resolução política aprovada.
A precariedade laboral que afecta os jovens foi outra questão em debate. «O Algarve apresenta características específicas relacionadas com o trabalho sazonal. Milhares de jovens são recrutados todos os Verões para trabalhar num espaço de dois meses, numa situação de precariedade acentuada, já que a ausência de contratos é generalizada. O número de horas diárias de trabalho são excessivas e direitos (como a consideração de trabalho nocturno) são uma miragem», refere o documento.