Greve maciça na saúde
Mais de 150 mil profissionais da saúde, entre médicos, farmacêuticos e outros especialistas, realizaram na segunda-feira, 9, uma greve sem precedentes em Itália, que paralisou por completo o sistema público.
Convocada por 42 sindicatos, a jornada teve como objectivo protestar contra o corte de verbas, a reforma do sector da saúde e a não renovação convénio colectivo, caducado desde há dois anos.
Para os sindicatos, tratou-se de um último esforço para «salvar o sistema público de saúde de uma morte certa já decidida pelo governo».
Só entre o ano passado e o presente, o sector sofreu cortes orçamentais na ordem dos 13 mil milhões de euros e a coligação de direita no poder pretende agora dividir o sistema único em 21 serviços diferentes, em correspondência com as regiões existentes.
Uma segunda greve já foi entretanto marcada para os dias 8 e 9 de Março, assim como foi anunciada uma grande manifestação para 2 de Abril.
Convocada por 42 sindicatos, a jornada teve como objectivo protestar contra o corte de verbas, a reforma do sector da saúde e a não renovação convénio colectivo, caducado desde há dois anos.
Para os sindicatos, tratou-se de um último esforço para «salvar o sistema público de saúde de uma morte certa já decidida pelo governo».
Só entre o ano passado e o presente, o sector sofreu cortes orçamentais na ordem dos 13 mil milhões de euros e a coligação de direita no poder pretende agora dividir o sistema único em 21 serviços diferentes, em correspondência com as regiões existentes.
Uma segunda greve já foi entretanto marcada para os dias 8 e 9 de Março, assim como foi anunciada uma grande manifestação para 2 de Abril.