Exigir apoios
A eurodeputada comunista Ilda Figueiredo apelou ao Governo para que exija da União Europeia apoios à criação de marcas próprias bem como à investigação e à inovação das empresas do sector têxtil e do vestuário.
Numa visita ao distrito de Castelo Branco, realizada no dia 5, Ilda Figueiredo chamou a atenção para a resolução do Parlamento Europeu aprovada a 29 de Janeiro, sobre o futuro da indústria têxtil e do vestuário, que incluiu uma proposta por si apresentada solicitando à Comissão Europeia «a definição de um programa comunitário para o sector têxtil e do vestuário.
«A concretização deste programa comunitário que propusemos, seria uma solução de futuro, por exemplo, para as confecções Carveste», disse Ilda Figueiredo, citada pela Agência Lusa, referindo-se à unidade fabril que visitou em Caria (Belmonte).
Segundo a eurodeputada, «nesta região fazem-se produtos excelentes, mas que acabam por ser vendidos no exterior sob marcas italianas ou francesas». «Então, é fundamental que as nossas empresas produzam com as suas próprias marcas, sem estarem sujeitas a agentes externos».
Nesse sentido, é essencial que seja concretizada a proposta já aprovada pelo Parlamento Europeu, pois «muitas empresas precisam de apoios financeiros para criar as respectivas marcas». «Fica o desafio ao governo português, para que exija da Comissão Europeia e do Conselho, a concretização deste programa comunitário».
A deputada reuniu no mesmo dia com a Associação de Regantes da Cova da Beira, tendo lamentado os atrasos nas obras, designadamente a construção do canal entre Belmonte, Caria e Sabugal e alertado o Governo para a necessidade de «aproveitar os fundos comunitários até 2006».
Numa visita ao distrito de Castelo Branco, realizada no dia 5, Ilda Figueiredo chamou a atenção para a resolução do Parlamento Europeu aprovada a 29 de Janeiro, sobre o futuro da indústria têxtil e do vestuário, que incluiu uma proposta por si apresentada solicitando à Comissão Europeia «a definição de um programa comunitário para o sector têxtil e do vestuário.
«A concretização deste programa comunitário que propusemos, seria uma solução de futuro, por exemplo, para as confecções Carveste», disse Ilda Figueiredo, citada pela Agência Lusa, referindo-se à unidade fabril que visitou em Caria (Belmonte).
Segundo a eurodeputada, «nesta região fazem-se produtos excelentes, mas que acabam por ser vendidos no exterior sob marcas italianas ou francesas». «Então, é fundamental que as nossas empresas produzam com as suas próprias marcas, sem estarem sujeitas a agentes externos».
Nesse sentido, é essencial que seja concretizada a proposta já aprovada pelo Parlamento Europeu, pois «muitas empresas precisam de apoios financeiros para criar as respectivas marcas». «Fica o desafio ao governo português, para que exija da Comissão Europeia e do Conselho, a concretização deste programa comunitário».
A deputada reuniu no mesmo dia com a Associação de Regantes da Cova da Beira, tendo lamentado os atrasos nas obras, designadamente a construção do canal entre Belmonte, Caria e Sabugal e alertado o Governo para a necessidade de «aproveitar os fundos comunitários até 2006».